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terça-feira, 21 de maio de 2013
segunda-feira, 20 de maio de 2013
REFLEXÃO: A educação religiosa dos filhos começa nos joelhos dobrados da mãe!
A educação não pode ser eficaz sem a instrução religiosa, a qual deve começar nos joelhos da mãe.
Ó mães cristãs, ensinai a vossos filhos a amar a Deus, o Pai nosso bondossímo que está no céu ... que nos criou ... , que nos conserva em vida, que incessantemente nos dá novos benefícios.
Infundi, em seus coraçõezinhos o santo temor de Deus, que sempre está presente, porque está em toda parte, que tudo vê, tudo ouve e a todos recompensa ou castiga.
Oh! inspirai-lhes um grande horror ao pecado, que ofende a Deus, atrai os castigos e merece o inferno.
O coração dos pequenos, como cera mole, receberá impressões salutares, que dificilmente se apagarão. A medida que crescem, continuai a subministrar-lhes uma educação religiosa mais sólida e completa. Habituai-os em tempo à oração, à freqüentar a Igreja, a prática dos Sacramentos. Enviai-os ao Catecismo, às prédicas e instruções sobre religião. Ensinai-lhes a rezar e exigi que rezem bem: isto é, devagar, recolhidos, devotos, com todo o respeito que se deve a Deus, e ao lugar santo que é a Igreja.
Observai bem: quando e como vossos filhos perdem o amor à Igreja, à oração e aos Sacramentos?
Quando começam a rezar mal, a perder o respeito ao lugar santo, e a aproxirmar-se dos Sacramentos da Confissão e da Comunhão com indiferença e sem respeito. Vós também rezai cada dia com eles, para que o Bom Deus vo-los conserve sempre bons. Os filhos são vossas jóias as mais preciosas.
Trecho do livro “Casai-vos bem” - Pe.Luís Chiavarino - pág 114-115
Visto em: http://catolicosribeirao.blogspot.com.br/2011/02/educacao-religiosa-dos-filhos-comeca.html.
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domingo, 19 de maio de 2013
ABORTO: E se você tivesse sido abortado?
DEPUTADO NORTE AMERICANO REVELA QUE SUA MÃE ESTEVE AO PONTO DE ABORTÁ-LO
"Nessa noite em casa com a minha esposa e as minhas duas crianças, me doía o coração ao pensar que tudo isto (sua vida e família) poderia não ter existido", expressou o deputado republicano de Indiana (Estados Unidos), Marlin Stutzman, logo depois de escutar de sua mãe que estava entre lágrimas que ela esteve a ponto de abortá-lo.
Stutzman é um defensor da causa pró-vida e pró-família no congresso americano. Faz poucos dias, pronunciou-se no plenário da Câmara sobre o caso do Dr. Kermit Gosnell, conhecido por assassinar bebês que sobreviveram a abortos, e acusado do assassinato de uma mãe e seus quatro filhos que nasceram vivos em um procedimento de aborto fracassado na Filadelfia.
O deputado que nasceu fruto de uma gravidez não desejada, relatou em 8 de maio no jornal The Washington Times em um artigo escrito por ele mesmo, a conversação que teve com sua mãe sobre o aborto.
No seu escrito assinalou que depois de falar do caso Gosnell, perguntou-se se alguma vez sua mãe tinha pensado em acabar com a sua gravidez. "Meus pais nunca deram nenhum indício de se alguma vez tinham considerado (abortar), mas terão feito?".
Ligou para a sua mãe para perguntar, "falei com ela sobre minha intervenção no plenário da Câmara e logo lhe perguntei suavemente: Mamãe, você já pensou nisso alguma vez? Logo depois de uma tensa pausa, com lágrimas me disse: 'Marlin, sinto muito'".
Ambos estavam muito comovidos, "à medida que choramos juntos, eu já não era um membro do Congresso, era um filho que compreendeu pela primeira vez a dor e as lutas que minha mãe tinha passado antes que eu nascesse", e refletiu que se tivesse sido abortado, não existiria a família que agora tem.
A mãe do representante de Indiana tinha 17 anos quando um incêndio destruiu a sua casa em dezembro de 1975 e ela tinha acabado de saber que estava grávida. Desconsolada, sozinha e aterrorizada como o descreve Stutzman, chorava no chão do quarto da casa de um vizinho.
Foi então quando decidiu dirigir 40 milhas de distância sozinha, com o fim de chegar a Kalamazoo, Michigan e "encarregar-se da situação (...). O que teria acontecido se uma clínica 'Gosnell' tivesse estado só a quatro milhas de distância em lugar de 40?" perguntou-se o deputado.
Durante a conversação sua mãe lhe perguntou se a perdoava, e ele respondeu: "sim, com todo o meu coração. (...) Essa menina era minha mãe", assinalou Stutzman para dizer logo "eu poderia ter sido abortado".
O deputado expressou "quão agradecido estava com ela e pela força do meu pai em fazer o correto e proteger minha vida. Poderia ter terminado de maneira diferente". Este fato aconteceu dois anos depois do caso Roe Vs. Wade com o que se legalizou o aborto no país.
Stutzman escreveu também que a conversação com sua mãe "me fez perguntar quantos pais, esposas, empresários, médicos e funcionários públicos desapareceram hoje em dia a causa do aborto".
Desde 1973, mais de 55 milhões de crianças foram assassinadas antes de nascer. "Eu estava a só 40 milhas de ser um deles".
Também se perguntou: "Por que a Casa Branca encontra as ações do Dr. Gosnell "inquietantes", quando, como senador estatal, o presidente Obama votou contra a Lei de Proteção de Crianças Nascidas Vivas de Illinois?".
O deputado explicou que atualmente "não há distinção moral entre acabar com a vida de uma criança de cinco segundos depois de nascer ou cinco dias antes" porque os abortistas se defendem em argumentos que consideram legítimos tais como aborto "seguro, legal e pouco frequente" como o vem fazendo Gosnell em seus julgamentos.
Stutzman criticou duramente que depois de chamar os bebês durante décadas de "um montão de células", as pessoas agora se horrorizam de ver as crianças abortadas congeladas, em sacas de lixo ou em latas de comidas para gatos. Assim como também denunciou que não existe nenhuma diferença entre os abortos que auspicia Planned Parenthood e os que se realizam em clínicas como Gosnell, assassinando os bebês que nascem vivos, cortando-lhes a espinha dorsal.
O deputado exortou os americanos e disse que "devem reunir-se para uma conversação honesta sobre o aborto - e convidou - a examinar os fatos para encontrar nossa consciência nacional".
"Gosnell, como qualquer outra abortista neste país, vende mentiras às mulheres jovens como minha mãe" sobre o aborto, sublinhou Stutzman e adicionou "meus jovens pais tomaram a decisão incrivelmente difícil de rechaçar essas mentiras e proteger minha vida".
ACI/EWTN Noticias
via Fiéis Católicos da Arquidiocese de Ribeirão Preto: http://catolicosribeirao.blogspot.com.br/2013/05/deputado-norte-americano-revela-que-sua.html.
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sábado, 18 de maio de 2013
POESIA MARIANA: Rosa Outonal
Domenico Giuliotti[1] foi um dos mais ferozes escritores católicos intransigentes e reacionários (“católico fera” como o havia definido Giuseppe Prezzolini) da Toscana do novecentos. As suas prosas em “A Hora de Barabás” ou nos “Pensamentos de um Malpensante[2]” ou em “Tições e Chamas” ou no famoso “Dicionário do Omo Selvagem” são até hoje exemplares para um católico que queira empenhar-se na arena apologética e social.
Eis uma tenra e emocionante poesia dedicada à Santa Virgem.
TRINTA E SETE ANOS, VIRGEM, É QUE VOU,
CANSADO E MALTRAPILHO COMO UM VAGABUNDO,
PELAS TORTAS RUELAS DO MUNDO;
E QUANDO E ONDE POSAREI NÃO SEI.
MAS VÓS, QUE DE TODO DESCONSOLADO ERRANTE
SEGUI, DO ALTO, OS INTRINCADOS PASSOS,
VOLVEI OS BELOS OLHOS AO VOSSO FILHINHO CELESTE,
DIZEI-LHE QUE ME ABRA OS SEUS BRAÇOS SANTOS.
DIZEI-LHE QUE TENHO SEDE E SECA É A CISTERNA,
DIZEI-LHE QUE TENHO FOME E TENHO POR PÃO OS SEIXOS,
DIZEI-LHE QUE, DE NOITE, SOBRE OS INCERTOS PASSOS,
APAGA-SE, AOS POUCOS, A LANTERNA.
VOSSO FILHO, Ó MÃE, É PÃO E ÁGUA E LUZ
QUE PLENAMENTE ILUMINA E RESTAURA;
ELE ACOLHENDO A ANIMA QUE IMPLORA,
CONSIGO, SE DIGNA, AO PAI A CONDUZ.
ELE É O AMOR QUE NOS SARA E DESVENDA,
ELE, SE EMUDECEMOS, NOS DÁ NOVA VOZ;
ELE, FLAMEJANDO, SE FAZ VIVA CRUZ
ÀQUILO A QUE O HOMEM NOVO SE ESTENDA.
MAS EU, QUE SOU ENTRE OS ÍNFIMOS O MESQUINHO
E NÃO SOU DIGNO AINDA DO MEU SENHOR
(VISTO QUE, COMO AO ESTULTO PODADOR,
SOBRA-ME DA VENDIMIA A TINA).
SE VÓS NÃO VIRDES, VIRGEM, A BUSCAR-ME
COM VOSSO MÍSTICO REMO E COM VOSSO LUME,
QUANDO EU CHEGAR À BEIRA DO INFERNAL RIO,
NÃO TENHO, POR MIM, ESPERANÇAS DE SALVAR-ME.
VEDES, PIA MÃE, COMO JÁ A MORTE
TUDO, PELO MUNDO, REVIRA E OBSCURA;
ESCRAVA DO CORPO, A ALMA TEME,
SOB O FLAGELO, DE NÃO SER FORTE.
LEVE-A, ENTÃO, AUXILIADORA BELA,
CONVOSCO, DESTE HUMANO TRISTE PROCURAR,
ACIMA, ATÉ O SOL NO QUAL RELUZ CRISTO,
E TODA ABSORTA ALMA AO REDOR É ESTRELA.
E ENQUANTO, DESLIGADA DOS SEUS PENSAMENTOS INÚTEIS,
SOMENTE EM VÓS SE REGOZIJA, VIRGEM DITOSA,
DEIXAI-A CAIR, COMO A OUTONAL ROSA,
DO FILHINHO VOSSO SOBRE OS OMBROS (E AS) TRESPASSADAS MÃOS.
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento
[1] Escritor italiano (1877 - 1956).
[2] Malpensante (literalmente: que pensa mal) quer se contrapor a “benpensante”, como são chamados os conservadores, conformistas, pequeno-burgueses.
Visto em: http://farfalline.blogspot.com/2011/08/poesias-marianas-rosa-outonal.html.
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Visto em: http://farfalline.blogspot.com/2011/08/poesias-marianas-rosa-outonal.html.
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sexta-feira, 17 de maio de 2013
REFLEXÕES: Espelho da alma
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| (...) Mirou-lhe e disse-lhe um espelho: “De um deus herdaste o esplendor, Portanto acata o meu conselho E faz de ti teu próprio Amor.” Enamorado de seu ego, Porém carente de afeto, Abraçando feito um cego Os duros postes de concreto. A viciosa projeção De sua sombra em outros vidros Aniquilou sua razão, Tornando estéril o seu sentido. Mas com o tempo vão-se a idade Do áureo halo que ilumina E a fugaz notoriedade Da beleza que fascina. - Te afogaste em águas fundas, Já não há uma saída, Tua imagem agora é turva, E a solidão é tua sina. Engenheiro de Pensamentos - Narciso |
ESPELHO DA ALMA
Amor, leitora, é - dom de si próprio.
Egoísmo é - a exclusiva preocupação consigo próprio; a desordem que te leva a antepor a satisfação do ser físico à do ser espiritual.
Algumas formas de egoísmo? Ei-las:
1º - Tudo para mim! E a mulher vive para seus vestidos, quer aparecer, ser comentada e apontada. Na vida íntima, quer o prazer, a comodidade, as prerrogativas de esposa, sem os deveres de mãe. Nascem daí as cautelas contra a natureza. Fogem da casa os berços com os filhinhos.
2º Ciúmes. Suspeitas contínuas, porque a esposa só tem em vista o corpo. A alma vive presa, apesar dos direitos e das ânsias que tem de se expandir numa santa liberdade. Os ciúmes matam a mútua confiança, impedem a certeza das fidelidades prometidas. No lar predominam, então, as cenas violentas, as recriminações, as lágrimas e os escândalos. Por fim, o lar desmorona, abalado pelo divórcio.
3º - Espírito de dominação e absorção... A esposa pouco indaga se a saúde, se os gestos do marido são de acordo com os seus desejos e caprichos de mulher egoista. Como mãe, não educa os filhos para a vida, mas os forma para si própria, para suas vaidades. Quer vê-los sempre ao redor de si; não gosta que eles cresçam, que alarguem as afeições, que escolham um estado de vida, que fundem um lar ou se consagrem a Deus.
Diz sempre: Eu então viverei sem eles, depois de criá-los... para mim?
de As três chamas do lar, do Pe. Geraldo Pires de Souza.
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