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quarta-feira, 20 de setembro de 2017
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Guardai puro o corpo e a alma...
"Guardai puro o corpo e a
alma; abstendo-vos
de tudo quanto possa enfraquecer a resistência às tentações;
Fugi dos divertimentos preferidos da
maior parte dos rapazes; fora com os jornais e romances que possam
enervar os sentidos;
Submetei a inteligência a uma severa
ginástica; não vos demoreis em conversações livres;
Formai um ideal mais elevado, pensando naquela que talvez, não
conheçais ainda, porém, que será mais tarde vossa esposa;
Entrincheirai-vos nesse amor, como em
uma fortaleza de marfim, que não deixa penetrar as manchas da
imoralidade.
Proponde-vos um ideal, mas não um ideal egoísta e sim desinteressado,
que vos acompanha nas lidas quotidianas e consagrai-lhe todo o vosso afeto,
todas as vossas energias, todos os tesouros de um coração puro."
L.
Comte
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quinta-feira, 20 de abril de 2017
Sobre a virtude da Pureza
A castidade é uma perfeição da nossa alma
pela qual conseguimos viver segundo a pureza do nosso estado de vida, da nossa
condição.
Como sabemos que o homem só pode se unir à uma mulher se receber o
sacramento do Matrimônio, a virtude da castidade nos obriga a fugir de tudo
aquilo que poderia nos levar aos atos reservados às pessoas casadas. O que são estas coisas?
- As más companhias,
- as conversas imorais,
- as roupas indecentes,
- os namoros precoces e ousados,
- os filmes, revistas, novelas etc. que ensinam e mostram a impureza etc.
Devemos ter um grande amor pela pureza e nunca violá-la.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Sobre o Namoro Católico - Parte 7: O NAMORO EM SEU COMEÇO
COMO PRINCIPIA O NAMORO
O namoro começa ordinariamente pelo ouvido
ou pelo olhar. O primeiro surge quando alguém se refere sobre as qualidades de
um indivíduo. O ouvinte começa a alimentar uma esperança de um futuro namoro.
Muitas vezes, comunicam-se por correspondência, escrevendo um ao outro cartas e
mais cartas. Ao fim chegarão a algum
resultado ou se cansam de escrever e tudo fracassa.
O namoro pelo olhar é muito comum.
Começa-se quando os dois se encontram em festas, na rua, no cinema, nos clubes,
etc... e depois de um olhar de afeto nasce uma simpatia que nos conduz ao
começo de um namoro.
Dois Quadros do Namoro
Achamos oportuno expor aos jovens, dois
interessantes quadros sobre o começo do na moro; um perigoso, que devem evitar
e outro razoável que, deve ser uma boa norma para conseguir a segurança do
bem-estar futuro.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
AS VIRTUDES DE NOSSA SENHORA - Parte 6
VI.
SUA CASTIDADE
Depois
da queda de
Adão, rebelara-se os sentidos
contra a razão, e não
há para o
homem mais difícil virtude a praticar do que a castidade.
Diz Santo Agostinho: “por ela luta -se todos
os dias, mas raramente se ganha a vitória”.
Mas o
Senhor nos deu em Maria um grande modelo dessa virtude. Ela, com
razão, é chamada Virgens das Virgens e isso porque sem conselhos, nem exemplos
de outros, foi a primeira a oferecer a virgindade a Deus, dando lhe assim as
outras virgens que a imitaram.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Sobre o Namoro Católico - Parte 6: OS DEZ MANDAMENTOS DO NAMORO
Achando útil concretizar os meios que
indicam o bom caminho para um feliz matrimônio, segundo os Mandamentos de Deus,
damos aos nossos queridos jovens os seguintes dez mandamentos do namoro:
1)
Não pense no namoro antes de chegar à idade e às
condições correspondentes ao casamento; e, chegando, o namoro, ou noivado,
devem ser breve não passando mais de que uns meses.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Sobre o Namoro Católico - Parte 5: CONSEQUÊNCIA DOS DOIS NAMOROS: SEGUNDO DEUS, OU SEGUNDO O DEMÔNIO
Consequências do Namoro Inspirado por Deus
1) Conserva a paz e a compreensão entre os
pretendentes ao casamento.
2) Mantém e fomenta o entendimento e o amor
puro entre eles.
3) Eleva o coração além da matéria,
enobrece os sentimentos e dirige os pensamentos a considerar a divindade do
Sacramento que vão receber.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Sobre o Namoro Católico - Parte 4: Oração dos Namorados e Oração antes do namoro
Oração dos namorados cristãos |
Ó glorioso São José, Casto defensor de Virgem, nós Vos imploramos a Vossa proteção. Fazei, bondoso Santo, que nosso amor aumente e que junto cresça a nossa santidade. Que nós aprendamos a nos conhecer mais, respeitar mais e nos apoiarmos um no outro, mas sempre muito perto de Jesus, pois Ele, sim, é a Verdade, o Amor e a Firmeza. Quer nosso namoro nos leve ou não ao casamento, que ao menos nos aproxime de vós e de Jesus. |
*****
Oração para antes do namoro
Senhor, estou aqui diante de um templo santo onde Vós habitais. Amo-Vos presente neste templo, e prefiro morrer a profanar este santuário mesmo por um pensamento. Fazei que com este namoro eu aprenda a amar a Vós presente no outro e, assim, descubra se foi este (esta) quem escolhestes para estar a meu lado por toda a vida.
São Rafael Arcanjo, que conduzistes Tobias e Sara e lhes ensinastes a pureza do coração, fazei-nos namorar, na obediência aos mandamentos, de tal modo que os anjos possam estar presente e possamos glorificar a Deus conosco para sempre. Amém.
Sobre namoro, leia mais aqui
Convém fazer um exame de consciência: "Eu estou agora amando a Deus mais do que antes?" (Pe. Luís Carlos Lodi da Cruz).
Depois do Namoro:
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sábado, 21 de janeiro de 2017
ESCLARECENDO DÚVIDAS E RESPONDENDO PERGUNTAS SOBRE NAMORO CATÓLICO - PARTE 3
QUEIXAS
E LAMENTAÇÕES
Mais de uma vez temos ouvido lamentações e
queixas de moças que dizem: - Namorei muito, não deixei de fazer tudo quanto
podia para agradar aos meus namorados, dancei muito, quase em todos os clubes,
apresentei-me sempre com toda a elegância, com todos os atrativos da pintura e
dos enfeites, acompanhei meus namorados em passeios, cinemas e pique niques, apesar
de tudo, não arranjei um casamento... Que doloroso mistério esta minha pouca
sorte!...
sábado, 14 de janeiro de 2017
ESCLARECENDO DÚVIDAS E RESPONDENDO PERGUNTAS SOBRE NAMORO CATÓLICO - PARTE 2
FALEMOS
ALGO SOBRE O BEIJO
Entre as perguntas comuns que dirigem a um
diretor espiritual, certas almas de consciência delicada e viva, está a seguinte:
- É pecado beijar?...
Escute bem querida alma, podemos bem adiantar
um princípio geral: quando a consciência põe um ato em dúvida, aquele ato não
será uma coisa direita e boa.
A dúvida e a inquietude que acompanham o beijo dos namorados é uma
prova clara de que aquele ato é pecado.
Os namorados que fazem esta pergunta para
saberem se o beijo é pecado ou não, nunca fizeram tal pergunta quando foram
beijados por seus pais. E por que? - A
resposta é que este beijo sai de um afeto puro, e aquele originado pela paixão,
a malícia e a dúvida, logo não deixa de ser pecado...
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Será amor?
"Liberdade, que de crimes se cometem em teu nome", disse alguém!
Semelhante se poderia dizer: "Amor, quantos crimes se cometem em teu nome"!
Erradamente se arrogam o nome de amor essas relações criminosas que, afinal, não passam de uma caricatura ou de uma paródia aviltante do amor.
Não têm nem sombra de amor, nem de sagrado" São antes sentimentos profanos, ou melhor, profanados.
sábado, 7 de janeiro de 2017
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Sobre o Namoro Católico - Parte 1: O que se entende por namoro?
Salve Maria!
Atendendo a pedidos, e
para melhor contribuir para a formação de nossos leitores, publicaremos uma
série que tratará de um tema muito importante para os jovens católicos: o
namoro.
O namoro católico é
essencialmente diferente do namoro mundano. É um período para se conhecer as
almas, os temperamentos, os defeitos e virtudes, e não os corpos uns dos
outros.
É importante que os
jovens se formem bem sobre este tema, a fim de que, mais tarde, não se exponham
a perigos desnecessários, correndo o risco de ferir a pureza e a castidade, em
troca de momentos passageiros que causam danos eternos.
Leiam com atenção os
excertos que foram selecionados e que serão publicados semanalmente. Invistam
tempo em sua formação pessoal, investiguem bem sua vocação: é a salvação das
almas que está em risco.
Entrem em contato, caso
tenham alguma dúvida ou sugestão sobre o tema.
Viva Cristo Rei!
"O Que se Entende por Namoro?
Entende-se por namoro o lapso do tempo que
precede ao noivado, como entendimento
prévio para o casamento.
terça-feira, 12 de julho de 2016
A castidade de uma noiva...
"A castidade de uma noiva realça a sua beleza física, exalta a sua beleza moral, enobrece seu sonho de ventura, perfuma o ambiente que se respita, encanta os olhos de Deus e atrai a simpatia de todos."
Mons. Ascânio Brandão
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013
As Sete Portas do Inferno - Primeira Porta: A Impureza
Primeira Porta do Inferno: A Impureza
Não erreis, disse São Paulo, os impuros não herdarão o céu.
A impureza é o amor desregrado dos prazeres da carne. Pensar voluntariamente em coisas desonestas; desejar praticar, ver, ouvir coisas escandalosas; dizer palavras, ter conversas imorais, ler livros obscenos, olhar gravuras, espetáculos, pessoas indecentes; permitir-se consigo ou com outras pessoas liberdades criminosas; praticar no sacramento do matrimônio o que a moral cristã proíbe... são pecados contra a pureza.
Dirão alguns: isso é pecado pequenino. Pequenino? Mas é pecado mortal. Diz Santo Antonino que é tal a corrupção que faz lavrar este pecado, que nem os próprios demônios podem sofrê-lo, e acrescenta o mesmo santo que, quando se cometem semelhantes torpezas, até o demônio foge de vê-las.
Considerai agora o horror que causará a Deus aquela pessoa que, como diz São Pedro, semelhante ao suíno, se revolve no lodaçal deste pecado. Dirão ainda os escravos da impureza: Deus é misericordioso, conhece a fraqueza da carne. Pois ficai sabendo que, conforme o relata a Escritura, os mais terríveis castigos que Deus descarregou sobre o mundo foram a punição deste pecado.
Abramos, com efeito, a Escritura. O mundo está ainda no começo e já os homens estão corrompidos, carnais impudicos. Deus se arrepende de ter criado o homem e por isso toma a resolução de o exterminar. Abre as cataratas do céu, a chuva cai durante quarenta dias e quarenta noites, as águas sobem até cobrirem as montanhas mais altas, e a humanidade morre afogada, abismada nas águas do dilúvio. Só escapam oito pessoas, a família de Noé que, sozinho, guardara a castidade.
Será pecado leve? Que lemos ainda na Bíblia? Havia na Palestina cinco cidades célebres pelo seu comércio, suas riquezas, mais célebres, ainda, pela sua corrupção espantosa. Naquelas cidades cometiam-se pecados de que nem se pode dizer o nome, pecados sensuais contra a natureza, pecados horrorosos que infelizmente se cometem hoje, depois de dois mil anos de cristianismo. Que fez Deus? Mandou chover sobre aquelas cidades uma chuva, não mais de água, mas de fogo e de enxofre, que reduziu a cinzas as cidades e os habitantes.
Não satisfeito, Deus mandou à terra que se abrisse e ao inferno que engolisse os restos infames de Sodoma e Gomorra.
Que nos diz ainda a Sagrada Escritura? Que outrora Deus mandava queimar vivo a quem cometia semelhantes pecados e até aos casados que profanavam o matrimônio pelo crime horrendo do adultério. Este pecado de adultério, depois do assassínio, o mais grave de todos os pecados contra o próximo, foi sempre considerado até pelos pagãos como um crime digno de todos os castigos. Os antigos egípcios condenavam a ser queimada viva a mulher casada que tinha cometido este pecado; os saxões igualmente condenavam à fogueira a mulher casada infiel, e à forca o cúmplice de seus crimes. E há cristãos que trazem na lama do pecado o sacramento que São Paulo chama grande.
Estes são apenas os castigos para este mundo. Que será no outro mundo!
Está escrito, e a palavra de Deus não volta atrás, que os desonestos não entrarão no reino do céu. E este o pecado que arrasta para o inferno o maior número das almas. Diz São Remígio que a maior parte dos condenados estão no inferno por causa deste pecado. O mesmo diz São Bernardo: este pecado precipita no inferno quase todo o mundo. Do mesmo modo fala Santo Isidoro: é a luxúria muito mais que qualquer outro vício que sujeita o gênero humano ao demônio. Em uma palavra, e é a doutrina de todos os santos, de cem condenados no inferno, haverá um ladrão, um assassino, um ímpio, mas noventa e nove desonestos.
Pobres pecadores. Longe de mim o infundir-vos o desespero; o que quero dizer é que, se vos achais atolados neste vicio, procurai sair quanto antes deste lodaçal imundo, senão o inferno será vossa sorte eterna.
O que deveis fazer é o seguinte:
1º. Rezar. A oração é uma chuva celestial que apaga o pecado da concupiscência.
Rezai antes de dormir, de joelhos, ao pé do leito, três Ave-Marias à pureza de Nossa Senhora.
2º. Repelir sem demora todo mau pensamento e desejo, chamando pelos nomes de Jesus e Maria.
3º. Fugir, mas fugir absolutamente, custe o que custar, da ocasião do pecado, da frequentação de tal pessoa, de tal casa, de tal divertimento, de um modo especial destas danças modernas tão imorais e escandalosas.
4º. Enfim o meio mais eficaz é a recepção frequente e piedosa dos sacramentos da confissão e comunhão.
Desenganai-vos, se agora não vos emendardes, mais tarde será tarde demais.
Dirão alguns: isso é pecado pequenino. Pequenino? Mas é pecado mortal. Diz Santo Antonino que é tal a corrupção que faz lavrar este pecado, que nem os próprios demônios podem sofrê-lo, e acrescenta o mesmo santo que, quando se cometem semelhantes torpezas, até o demônio foge de vê-las.
Considerai agora o horror que causará a Deus aquela pessoa que, como diz São Pedro, semelhante ao suíno, se revolve no lodaçal deste pecado. Dirão ainda os escravos da impureza: Deus é misericordioso, conhece a fraqueza da carne. Pois ficai sabendo que, conforme o relata a Escritura, os mais terríveis castigos que Deus descarregou sobre o mundo foram a punição deste pecado.
Abramos, com efeito, a Escritura. O mundo está ainda no começo e já os homens estão corrompidos, carnais impudicos. Deus se arrepende de ter criado o homem e por isso toma a resolução de o exterminar. Abre as cataratas do céu, a chuva cai durante quarenta dias e quarenta noites, as águas sobem até cobrirem as montanhas mais altas, e a humanidade morre afogada, abismada nas águas do dilúvio. Só escapam oito pessoas, a família de Noé que, sozinho, guardara a castidade.
Será pecado leve? Que lemos ainda na Bíblia? Havia na Palestina cinco cidades célebres pelo seu comércio, suas riquezas, mais célebres, ainda, pela sua corrupção espantosa. Naquelas cidades cometiam-se pecados de que nem se pode dizer o nome, pecados sensuais contra a natureza, pecados horrorosos que infelizmente se cometem hoje, depois de dois mil anos de cristianismo. Que fez Deus? Mandou chover sobre aquelas cidades uma chuva, não mais de água, mas de fogo e de enxofre, que reduziu a cinzas as cidades e os habitantes.
Não satisfeito, Deus mandou à terra que se abrisse e ao inferno que engolisse os restos infames de Sodoma e Gomorra.
Que nos diz ainda a Sagrada Escritura? Que outrora Deus mandava queimar vivo a quem cometia semelhantes pecados e até aos casados que profanavam o matrimônio pelo crime horrendo do adultério. Este pecado de adultério, depois do assassínio, o mais grave de todos os pecados contra o próximo, foi sempre considerado até pelos pagãos como um crime digno de todos os castigos. Os antigos egípcios condenavam a ser queimada viva a mulher casada que tinha cometido este pecado; os saxões igualmente condenavam à fogueira a mulher casada infiel, e à forca o cúmplice de seus crimes. E há cristãos que trazem na lama do pecado o sacramento que São Paulo chama grande.
Estes são apenas os castigos para este mundo. Que será no outro mundo!
Está escrito, e a palavra de Deus não volta atrás, que os desonestos não entrarão no reino do céu. E este o pecado que arrasta para o inferno o maior número das almas. Diz São Remígio que a maior parte dos condenados estão no inferno por causa deste pecado. O mesmo diz São Bernardo: este pecado precipita no inferno quase todo o mundo. Do mesmo modo fala Santo Isidoro: é a luxúria muito mais que qualquer outro vício que sujeita o gênero humano ao demônio. Em uma palavra, e é a doutrina de todos os santos, de cem condenados no inferno, haverá um ladrão, um assassino, um ímpio, mas noventa e nove desonestos.
Pobres pecadores. Longe de mim o infundir-vos o desespero; o que quero dizer é que, se vos achais atolados neste vicio, procurai sair quanto antes deste lodaçal imundo, senão o inferno será vossa sorte eterna.
O que deveis fazer é o seguinte:
1º. Rezar. A oração é uma chuva celestial que apaga o pecado da concupiscência.
Rezai antes de dormir, de joelhos, ao pé do leito, três Ave-Marias à pureza de Nossa Senhora.
2º. Repelir sem demora todo mau pensamento e desejo, chamando pelos nomes de Jesus e Maria.
3º. Fugir, mas fugir absolutamente, custe o que custar, da ocasião do pecado, da frequentação de tal pessoa, de tal casa, de tal divertimento, de um modo especial destas danças modernas tão imorais e escandalosas.
4º. Enfim o meio mais eficaz é a recepção frequente e piedosa dos sacramentos da confissão e comunhão.
Desenganai-vos, se agora não vos emendardes, mais tarde será tarde demais.
CONTINUA...
Introdução
1ª Porta: A Impureza
2ª Porta: O Furto
3ª Porta: A Profanação do Dia do Senhor
4ª Porta: A Embriaguez
5ª Porta: A Má Educação dos Filhos
6ª Porta: O Protestantismo
7ª Porta: O Espiritismo
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Se um Judeu lhe perguntar...
Se um Judeu lhe perguntar de que forma a Virgem poderia dar à luz uma criança, responda-lhe: De que forma uma terra virgem pode produzir plantas?
De fato, em hebraico, Eden quer dizer terra virgem. Uma virgem nos expulsou do paraíso; graças a uma outra Virgem nós encontramos a vida eterna.
São João Crisóstomo (+ 407)
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quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Tratado da Castidade – Por Santo Afonso Maria de Ligório - parte III
EM HONRA DA MODÉSTIA E DA PUREZA DA SANTÍSSIMA VIRGEM
Deve-se notar também que a modéstia dos olhos é necessária não só para nosso próprio bem, como para a edificação do próximo. Só Deus vê o nosso coração; os homens veem apenas nossas obras externas e ou se edificam ou se escandalizam com elas. "Pelo rosto se conhece o homem", diz a Escritura (Ecli 19, 26), isto é, pelo exterior se depreende o que é o homem interiormente. Todo cristão, por isso, deve ser o que era São João Batista, conforme as palavras do Salvador (Jo 5, 35): "Uma lâmpada que arde e ilumina". (Cf. Tratado - Parte III)
TRATADO DA CASTIDADE
Bem-aventurados os puros.
(SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO)
§ III. DA MODÉSTIA DOS OLHOS
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Tratado da Castidade – Por Santo Afonso Maria de Ligório - parte II
EM HONRA DA MODÉSTIA E DA PUREZA DA SANTÍSSIMA VIRGEM
Deve-se notar também que a modéstia dos olhos é necessária não só para nosso próprio bem, como para a edificação do próximo. Só Deus vê o nosso coração; os homens veem apenas nossas obras externas e ou se edificam ou se escandalizam com elas. "Pelo rosto se conhece o homem", diz a Escritura (Ecli 19, 26), isto é, pelo exterior se depreende o que é o homem interiormente. Todo cristão, por isso, deve ser o que era São João Batista, conforme as palavras do Salvador (Jo 5, 35): "Uma lâmpada que arde e ilumina". (Cf. Tratado - Parte III)
TRATADO DA CASTIDADE
Bem-aventurados os puros.
(SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO)
§ II. DA VIGILÂNCIA SOBRE OS PENSAMENTOS
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Tratado da Castidade – Por Santo Afonso Maria de Ligório - parte I
EM HONRA DA MODÉSTIA E DA PUREZA DA SANTÍSSIMA VIRGEM
Deve-se notar também que a modéstia dos olhos é necessária não só para nosso próprio bem, como para a edificação do próximo. Só Deus vê o nosso coração; os homens veem apenas nossas obras externas e ou se edificam ou se escandalizam com elas. "Pelo rosto se conhece o homem", diz a Escritura (Ecli 19, 26), isto é, pelo exterior se depreende o que é o homem interiormente. Todo cristão, por isso, deve ser o que era São João Batista, conforme as palavras do Salvador (Jo 5, 35): "Uma lâmpada que arde e ilumina". (Cf. Tratado - Parte III)
TRATADO DA CASTIDADE
Bem-aventurados os puros.
(SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO)
§ I. EXCELÊNCIA DA CASTIDADE
Ninguém melhor que o Espírito Santo saberá apreciar o valor da castidade. Ora, Ele diz: "Tudo o que se estima não pode ser comparado com uma alma continente"
(Ecli 26, 20), isto é, todas as riquezas da terra, todas as honras,
todas as dignidades, não lhe são comparáveis. Santo Efrém chama a
castidade de "a vida do espírito"; São Pedro Damião, "a rainha das virtudes";
e São Cipriano diz que, por meio dela, se alcançam os triunfos mais
esplêndidos. Quem supera o vício contrário à castidade, facilmente
triunfará de todos os mais; quem, pelo contrário, se deixa dominar
pela impureza, facilmente cairá em muitos outro vícios e far-se-á réu
de ódio, injustiça, sacrilégio etc.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Sobre a virgindade.
SACRA VIRGINITAS
A SAGRADA VIRGINDADE
AOS VENERÁVEIS IRMÃOS
PATRIARCAS, PRIMAZES,
ARCEBISPOS E BISPOS
E OUTROS ORDINÁRIOS DO LUGAR
EM PAZ E COMUNHÃO
COM A SÉ APOSTÓLICA
PATRIARCAS, PRIMAZES,
ARCEBISPOS E BISPOS
E OUTROS ORDINÁRIOS DO LUGAR
EM PAZ E COMUNHÃO
COM A SÉ APOSTÓLICA
Virgindade e castidade perfeita são o mais belo florão da Igreja
1. A sagrada virgindade e a perfeita castidade consagrada ao serviço de Deus contam-se sem dúvida entre os mais preciosos tesouros deixados como herança à Igreja pelo seu Fundador.
2. Por isso, os santos padres observam que a virgindade perpétua é um bem excelso nascido da religião cristã. Com razão notam que os pagãos da antiguidade não exigiram das vestais tal estado de vida senão por certo tempo;(1) e mandando o Antigo Testamento conservar e praticar a virgindade, fazia-o só como exigência prévia do matrimônio (cf. Ex 22, 16-17; Dt 22, 23-29; Eclo 42, 9); além disso, como escreve santo Ambrósio;(2) "Lemos de fato que havia virgens no templo de Jerusalém. Mas que diz delas o apóstolo? 'Todas estas coisas lhes aconteciam em figura' (1 Cor 10, 11), para serem indícios dos tempos futuros".
3. De fato, desde os tempos apostólicos viceja e floresce esta virtude no jardim da Igreja. Quando nos Atos dos Apóstolos (At 21,9) se diz que as quatro filhas do diácono Filipe eram virgens, a expressão significa certamente bem mais um estado de vida do que a idade juvenil. E pouco depois, santo Inácio de Antioquia, saudando-as, nomeia as virgens (3) que então, juntamente com as viúvas, constituíam parte importante entre os cristãos da comunidade de Esmirna. No século II, como testemunha são Justino, "muitos homens e mulheres, de sessenta e setenta anos, educados desde a infância na doutrina de Cristo, mantêm perfeita integridade".(4) Pouco a pouco, cresceu o número dos que consagravam a Deus a castidade; e ao mesmo tempo aumentou consideravelmente a importância deles na Igreja, como expusemos na nossa Constituição Apostólica Sponsa Christi.(5)
4. Também os santos padres – como são Cipriano, santo Atanásio, santo Ambrósio, são João Crisóstomo, são Jerônimo, santo Agostinho e muitos outros -, escrevendo sobre a virgindade, lhe dedicaram os maiores louvores. Ora, esta doutrina dos santos padres, desenvolvida no correr dos séculos pelos doutores da Igreja e pelos mestres da ascética cristã, contribui muito para suscitar ou confirmar nos cristãos de ambos os sexos o propósito firme de se consagrarem a Deus em perfeita castidade e de perseverarem nela até à morte.
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