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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Sobre a virtude do silêncio.



"Sim, há também tempo em que o silêncio se torna uma necessidade para que o nosso espírito possa encontrar-se com Deus

Claro está que não precisarás observar o silêncio como um trapista ou como um Moltke, (organizador de batalhas); não obstante, deverás dominar a vontade de falar, de maneira justa e razoável. Não sejas, antes de tudo, palradora e tagarela, não deixando nunca às outras pessoas, oportunidade de usar da palavra. Tais paroleiras causam repulsa e ninguém deseja estar com elas.

Essas pessoas soltam palavras ao ar e ninguém dá importância ao que elas dizem, são consideradas irrefletidas. Também os pecados se insinuam facilmente pela loquacidade, pois, diz o Espírito Santo; "No muito falar não faltará pecado, mas o que modera os seus lábios, é prudentíssimo". (Prov., 10,19).

Contudo há de se evitar o mutismo que destoa a convivência social. Cada qual, segundo o seu alcance, de maneira sensata, deve contribuir com a sua parcela para a conversa social, como o exige a consideração que merecem os demais. Em companhia porém, de pessoas mais velhas, ceda-se a elas o uso da palavra."


Excertos do livro "Donzela cristã"
Pe. Matias de Bremscheid



 
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sábado, 17 de junho de 2017

A língua não dominada facilmente causa grande mal



"Mas, a língua que tanto bem pode fazer, acha-se também em condições de causar grande mal.

(....)

Ela infunde a desconfiança aos ânimos, prejudica o bom nome das pessoas honradas, destrói o laço das melhores amizades, arruína a felicidade familiar, formenta a desordem e o espírito de revolta na vida da nação e dos cidadãos, desacredita a religião e a moralidade. É incalculável o mal que produz a língua desenfreada. Vigia, pois, a tua língua!"



Excertos do livro "Donzela cristã"
Pe. Matias de Bremscheid 


 
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Sobre as palavras desonestas na boca cristã.




Honestidade das palavras e respeito que se deve ao próximo



"(...) Se alguém não peca por palavras, é um homem perfeito, diz S. Tiago.

Tem todo o cuidado em não deixar sair de seus lábios alguma palavra desonesta, porque, embora não proceda duma má intenção, os que a escutam a podem interpretar de outra forma. 

Uma palavra desonesta que penetra num coração frágil estende-se como uma gota de azeite e às vezes toma posse de tal modo dele que o enche de mil pensamentos e tentações sensuais.

É ela um veneno do coração, que entra pelo ouvido; e a língua que serve de instrumento a esse fim é culpada de todo o mal que o coração pode vir a sofrer, porque, ainda que neste se achem disposições tão boas que frustrem os efeitos do veneno, a língua desonesta, quanto dela dependia, procurou levar esta alma à perdição

Nem se diga que não se prestou atenção, porque Nosso Senhor disse que a boca fala da abundância do coração. E, mesmo que não se pensasse nada de mal, o espírito maligno o pensa e por meio dessas palavras suscita o sentimento mau nos corações das pessoas que as ouvem."


Excerto do livro Filotéia - Parte III
 São Francisco de Sales



 
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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Do apreço e estimação que havemos de fazer das coisas espirituais.





"Este é o maior dos tesouros, conhecer, amar e servir a Deus: este é o maior negócio que podemos ter: antes não temos outro, porque para ele fomos criados e para isso viemos à Religião: este é o nosso fim, e este há de ser o nosso paradeiro, nosso descanso e nossa glória.

Esta estimação pois, e este apreço da perfeição e das coisas espirituais a ela pertencentes, quisera se imprimissem mui deveras nos corações de todos e especialmente dos religiosos e que uns a outros nos ajudássemos e incitássemos a cultivá-las não somente com palavras, tratando muitas vezes disto em nossas práticas e conversações ordinárias, senão muito mais com o exemplo de nossas obras."


Excerto do livro "Exercícios de Perfeição e Virtudes Cristãs"
Padre Afonso Rodrigues


 
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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Concidadãos dos santos, familiares de Deus




Os pais cristãos compreenderão, além disso, que não são destinados só a propagar e conservar na terra o gênero humano e não só também a formar quaisquer adoradores do verdadeiro Deus, mas a dar filhos à Igreja, a procriar concidadãos dos santos e familiares de Deus (Ef 2, 19), a fim de que o povo dedicado ao culto do nosso Deus e Salvador cresça cada vez mais, de dia para dia. 

E, embora os cônjuges cristãos, conquanto sejam santificados eles próprios, não possam transmitir a sua santificação aos filhos, porque a geração natural da vida se tornou, ao contrário, caminho de morte, pelo qual passa à prole o pecado original, eles participam, todavia, de algum modo, da condição da primeira união no paraíso terrestre, cabendo-lhes oferecer a sua prole à Igreja, a fim de que esta mãe fecundíssima de filhos de Deus a regenere pela água purificadora do batismo para a justiça sobrenatural e a torne prole de membros de Cristo, participantes da glória, à qual todos aspiramos do íntimo do coração.




CARTA ENCÍCLICA CASTI CONNUBII ACERCA DO MATRIMÔNIO CRISTÃO

DO SANTO PADRE PAPA PIO XI








 
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Resurrexit, sicut dixit, Alleluia!

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