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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

AS VIRTUDES DE NOSSA SENHORA - Parte 6









VI. SUA CASTIDADE


Depois  da  queda  de  Adão,  rebelara-se  os  sentidos  contra  a  razão,  e  não  há  para  o  homem  mais  difícil virtude a praticar do que a castidade. Diz Santo Agostinho: “por ela luta -se todos os dias, mas raramente se ganha a vitória”.

Mas o Senhor nos deu em Maria um grande modelo dessa virtude. Ela, com razão, é chamada Virgens das Virgens e isso porque sem conselhos, nem exemplos de outros, foi a primeira a oferecer a virgindade a Deus, dando lhe assim as outras virgens que a imitaram.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Sobre o Namoro Católico - Parte 6: OS DEZ MANDAMENTOS DO NAMORO







Achando útil concretizar os meios que indicam o bom caminho para um feliz matrimônio, segundo os Mandamentos de Deus, damos aos nossos queridos jovens os seguintes dez mandamentos do namoro:

1)                     Não pense no namoro antes de chegar à idade e às condições correspondentes ao casamento; e, chegando, o namoro, ou noivado, devem ser breve não passando mais de que uns meses.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Sobre a virtude da Piedade






"(...) Exerce-te na piedade, porque, como diz o Apóstolo: "A piedade é útil para tudo, porque tem a promessa da vida presente e futura".

Exerce-te na piedade do culto divino recitando as horas canônicas atenta, devota e reverentemente, acusando e chorando as faltas cotidianas, recebendo a seu tempo o Santíssimo Sacramento e ouvindo todos os dias a Santa Missa.

Na piedade, por meio da salvação das almas, auxiliando ora por frequentes orações, ora por instrutivas palavras, ora pelo estímulo do exemplo, para que quem ouve diga: "Vem!" Isto, porém, cumpre fazer com tanta prudência, que a própria alma não sofra prejuízo.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Dos pecados que se devem evitar, suas raízes e consequências (Parte 2)







O amor desordenado de nós mesmos leva à morte, como diz o Senhor: “O que ama (desordenadamente) a sua vida perdê-la-á; e quem aborrece (ou mortifica) a sua vida neste mundo, conservá-la-á para a vida eterna” (João 12, 25).

Desse desordenado amor, raiz de todos os pecados, nascem as três concupiscências de que fala São João (I João 2, 16) quando diz: “Porque tudo o que há no mundo é concupiscência da carne, e concupiscência dos olhos, e soberba da vida; e isto não vem do Pai, mas do mundo”.

Observa Santo Tomás que os pecados carnais são mais vergonhosos que os espirituais porque nos rebaixam ao nível do animal; contudo, os espirituais, os únicos que se compartilham com o demônio, são mais graves, porque vão diretamente contra Deus e nos afastam dele.

A concupiscência da carne é o desejo desordenado do que é ou parece útil à conservação do indivíduo ou da espécie, e deste amor sensual provêm a gula e a luxúria.

A concupiscência dos olhos é o desejo desordenado do que agrada a vista, o luxo, as riquezas, o dinheiro que nos proporciona os bens terrenos; dela nasce a avareza.

A soberba da vida é o desordenado amor da própria excelência e de tudo aquilo que pode ressaltá-la; quem se deixa levar pela soberba, erige-se a si em seu próprio deus, a exemplo de Lúcifer. Daí se vê a importância da humildade, que é virtude capital, tanto quanto o orgulho é fonte de todo pecado.

São Gregório e Santo Tomás ensinam que a soberba é mais que um pecado capital: é a raiz da qual procedem mormente quatro pecados capitais: vaidade, preguiça espiritual, inveja e ira.

A vaidade é o amor desordenado de louvores e de honras; a preguiça espiritual se entristece pensando no trabalho requerido para santificar-se; a ira, quando não é uma indignação justificada e sim um pecado, é um movimento desordenado da alma que nos inclina a rechaçar violentamente o que nos desagrada, de onde se seguem as disputas, injúrias e vociferações.

Estes pecados capitais, sobretudo a preguiça espiritual, a inveja e a ira, engendram tristezas amargas que afligem a alma e são totalmente contrários à paz espiritual e ao contentamento, ambos frutos da caridade.

Não deve o homem apenas contentar-se em moderar tais germes de morte, senão também mortificá-los.




Excerto do livro "As três idades da vida interior"
do Padre Reginald Garrigou-Lagrange
(Grifos nossos) 





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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

AS VIRTUDES DE NOSSA SENHORA - Parte 5











V. SUA ESPERANÇA

Da fé nasce a esperança. Pois nos ilumina com a fé, fazendo-nos conhecer sua bondade e suas promessas, para que nos elevemos pela esperança ao desejo de possuí-lo.

Possuindo Maria a virtude da fé por excelência, teve também, por excelência, a virtude da esperança.

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