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segunda-feira, 11 de julho de 2016

A pequena virtude da sinceridade



A PEQUENA VIRTUDE DA SINCERIDADE


(excerto do livro As pequenas virtudes do lar, de Georges Chevrot)


Dizei sim se for sim; e não se for não (Mt 5, 37). Esta é a regra que Jesus Cristo impõe aos seus discípulos. Ele quer que todos possam acreditar na nossa palavra.

É impossível ter vida social se não se pode acreditar na palavra dos outros.  enganar alguém é tratá-lo como inimigo, mas é, ao mesmo tempo, desonrar-se e tornar-se indigno de confiança. Compreende-se que o Senhor não aceite que de uns lábios cristãos saia uma mentira. Nada de astúcias nem de enganos; digamos simplesmente a verdade: sim quando for sim; não quando for não.


Seria ofensivo até mesmo supor que alguém possa mentir num lar cristão. Seremos mais categóricos: onde grassa a mentira, poderá ainda haver a aparência de um lar, mas os muros estarão rachados e a ruína próxima. Não é possível amar fora da verdade e, na linguagem da afeição, a mentira não passa de uma traição.

A sinceridade aplica-se ao que pensamos e ao que fazemos. Quando um cristão afirma ou nega, que ninguém possa contestar a sua palavra: será sim quando disser sim, e não quando disser não.



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