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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Sobre o Namoro Católico - Parte 6: OS DEZ MANDAMENTOS DO NAMORO







Achando útil concretizar os meios que indicam o bom caminho para um feliz matrimônio, segundo os Mandamentos de Deus, damos aos nossos queridos jovens os seguintes dez mandamentos do namoro:

1)                     Não pense no namoro antes de chegar à idade e às condições correspondentes ao casamento; e, chegando, o namoro, ou noivado, devem ser breve não passando mais de que uns meses.

2)                   No caso de namoro, noivado e mesmo casamento, não considere beleza nem riqueza nem se deixe levar pelo gosto, paixão ou outra aparência. Isto é grande erro que poderá conduzir ao fracasso. Deve-se considerar, muito mais a beleza da alma, o caráter, a virtude e outras boas qualidades de espírito.

3)                   Cuidado e, muito cuidado em dar confiança, liberdade ou intimidade durante o namoro e mesmo o noivado. Nesta época, a reserva é de suma importância mas sempre acompanhada de bondade e cortesia devendo respeitar-se como amigos ou verdadeiros irmãos.

4)                   Não confie em si mesmo na questão de namoro e casamento, nem se deixe levar pelas inclinações. Deve neste caso consultar e seguir a orientação dos maiores, como pais, relações de confiança, especialmente deve confiar seu empreendimento a um sacerdote, diretor espiritual. Todas estas são medidas que podem ajudá-lo para o êxito da vida futura.

5)                    Os namorados devem considerar, que o namoro deve ser um meio santo para um fim santo, que é o casamento. Para o êxito de ambos, devem saber que o casamento não é para satisfazer um prazer. O matrimônio é uma missão de responsabilidade grave diante de Deus, da sociedade e da própria consciência.

6)                   Deve saber que um namoro mole, livre e sensual será difícil de chegar a um casamento agradável e feliz. Este tal namoro, em caso de conduzir a um casamento, será acompanhado pela discórdia pela desconfiança e pelo desgosto e acabará pelo desquite e separação.

7)                    Para a nobreza e retidão do namoro convém pensar também que o casamento é um Sacramento sagrado, instituído por Deus, para a multiplicação, conservação e santificação da família e da raça humana. Cada demasiada confiança neste sentido, cada liberdade desordenada, cada pensamento desviado é pecado grave, desmancha a pureza do casamento e priva da bênção de Deus, que é a própria felicidade.

8)                   Não se deixe enganar pelo exemplo do namoro da sociedade moderna. Esta atitude de namoro é um grande erro condenado por Deus, pela sociedade ciente, e pela razão sã e acabará mal. É um desvio da Moral que está degenerando a personalidade humana.

9)                   No ideal de escolher cônjuge, tenha bem presente certas igualdades, semelhanças e aproximações, como: caráter, gênio, cultura, origem, religião, cor, idade, físico, estatura, e outras qualidades. Estas condições são grandes fatores para a harmonia e paz da vida conjugal futura.

10)               Os jovens, ao empreenderem os primeiros passos do namoro, devem ter um ideal elevado, nobre e sobrenatural; e ao chegarem a vida conjugal, devem seguir também santificando-se por uma conduta virtuosa e piedosa, servindo desta vida como meio para a vida eterna. De vem pensar sempre na felicidade eterna do Céu, muito mais que na felicidade fugaz da terra.

Felizes as moças e os rapazes que seguem os conselhos deste livrinho e as verdades destes dez mandamentos.


Excerto do livro "O Namoro!!! Grito de  Alarme"

Pe. Elias Maria Gorayeb



 
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