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terça-feira, 5 de novembro de 2013

SÃO PAULO PELA VIDA



Mora em São Paulo? Então assine a petição contra o aborto.

ASSINE A PETIÇÃO ONLINE
http://dt7.com.br/diocese-de-taubate-promove-a-campanha-sao-paulo-em-defesa-da-vida.


1-) O que é a campanha São Paulo pela vida?

Uma iniciativa da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, que visa incluir o direito a vida desde a concepção na Constituição do Estado de São Paulo, via projeto de iniciativa popular.

2-) Quem pode participar?

Apenas eleitores no Estado de São Paulo. Trata-se de uma iniciativa popular para uma PEC estadual.

3-) Por que somente o estado de São Paulo?

terça-feira, 9 de julho de 2013

CONTRACEPÇÃO

Convidando satanás para seu quarto, 
enquanto o concebe em seu coração.


 
Claro que o diabo odeia as pessoas.
Então, como evitá-las?

Contracepção ... aborto ... esterilização ... divórcio ... homossexualismo..


Fonte: Fiéis Católicos da Arquidiocese de Ribeirão Preto

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terça-feira, 25 de junho de 2013

Amparo, ex-revolucionária e funcionária da ONU: "Meu trabalho era destruir a fé dos católicos".

Amparo entendeu claramente. Era a Virgem Maria quem lhe falava.




Amparo Medina viu o lado obscuro da ONU.
Tudo aconteceu quando ela recebeu um disparo da polícia em plena batalha. Quando despertou no hospital, decidiu que sua vida devia mudar radicalmente.

Sua vida “lamacenta” devia dar uma guinada de 180 graus e deixar de lado o seu servilismo político e sua vida de pecado, e dedicar-se às mulheres e às crianças, buscando seu autêntico bem.


Um avô católico

Ela havia nascido em uma família muito normal do Equador. Sua fé era tradicional, de Missa dominical e pouco mais. A exceção da regra foi seu avô, que vivia uma autêntica vida cristã.

Em certa ocasião, sendo Amparo adolescente e a caminho do ateísmo, seu avô lhe disse umas palavras que não haveria de esquecer nunca. Estavam entrando em uma igreja, e diante de uma imagem da Virgem lhe disse: “Olhe para os seus olhos. Ela é a única que vai te salvar e a que vai te levar à fé”. A coisa parou por aí.

O resto foi uma queda livre: foi expulsa do colégio por brigar com uma freira, e um encontro com evangélicos acabou por arrematar seu caminho rebelde e ateu.


A revolução e as esquerdas

Amparo em uma
manifestação
pro-aborto.
Eram os anos 70 e 80, e a oferta social que Amparo encontrou fora da Igreja era a dos movimentos revolucionários, a teologia da liberação marxista, Che Guevara, os movimentos feministas, abortistas, o indigenismo e esse grande etcétera. Ela se meteu de cabeça nisso tudo.

Se há algo que não se pode reprovar em Amparo é dizer que ela não foi uma pessoa coerente com os seus princípios. Ela tomou todas as bandeiras, as abraçou e se dedicou a elas. Ora a encontrávamos em uma confrontação armada ou em uma manifestação antigovernamental, ou ainda em uma campanha a favor dos direitos reprodutivos das mulheres, ou seja, promovendo os contraceptivos e o aborto.


Se radicaliza na Espanha

Como a situação política no Equador se complicou, seu pai a enviou à Espanha para estudar Pedagogia Social. Neste país ela obteve seu título universitário, porém,  também sua radicalização política e o contato com outros movimentos revolucionários, ateus e anticlericais.


Sua mentalidade feminista
coincidia com a da ONU.
Já de volta ao Equador, sua visão feminista e de esquerda combinava perfeitamente bem com as políticas que a ONU levava a cabo na América Latina e, graças a ela e a sua formação, chegou a ser responsável no Equador do programa da UNFPA, isto é, do Fundo de População das Nações Unidas, de onde contava com todos os milhões de dólares que necessitasse para cumprir, ou melhor dizendo, impor os programas contrários à natalidade, a favor do aborto e da anticoncepção.


Meu trabalho: retirar a fé dos católicos

Amparo explicou na rede católica de televisão EWTN que “os grupos comunistas e socialistas sabem que a única instituição que pode romper as suas mentiras é a Igreja Católica. Então – confessou — a primeira coisa que buscam são argumentos que possam destruir a pouca fé que os católicos têm. Veja as notícias ou vá atrás desse sacerdote que não está vivendo a sua vida na graça com Deus…  Publique-os e os lance na imprensa… E – concluiu — é preciso omitir que no Equador, 60% das obras de ajuda às pessoas pobres estão nas mãos da Igreja, pois isso se silencia”.


Destruir a Igreja desde dentro

O grande problema dos sacerdotes é a sua solidão: “Nós íamos em busca dos sacerdotes abandonados nos povoados e nas montanhas para dizer-lhes que se Deus existia, então por que permitia a pobreza? ‘A única maneira é a revolução. Una-se a nós, e nós vamos te ajudar’. Havia sacerdotes – lamenta agora — que cediam e que pensavam que teriam um grupo que lhe ajudaria, que lhe apoiaria, que estaria com ele… Em certas ocasiones oferecíamos dinheiro aos sacerdotes e às religiosas para que pudessem reconstruir, melhorar seus centros educativos com a única condição de que nos deixassem dar aulas de educação sexual e reprodutiva em seus colégios”.


Afastando-se ainda mais de Deus…

Em Amparo se cumpre aquela citação de Chesterton que “quando se deixa de crer em Deus, logo se crê em qualquer cosa”.

Imersa no ateísmo, não deixada de buscar algum resquício de espiritualidade na leitura de cartas, reiki, yoga…: “Como a vida na luta de esquerda era uma vida de pecado, você não podia se livrar das consequências do pecado. É a morte espiritual. São como pequenos pactos com o demônio. O demônio os cobra  – adverte. Assim, comecei a sofrer por conta do dinheiro”.

“Alguém me recomendou que eu fizesse uma limpeza de ambiente. Tinha meus próprios mantras… que agora, que pude traduzi-los, dizem ‘eu pertenço a Satanás’. Fiz os mantras nos Estados Unidos e, inclusive, levei meus filhos ao xamã que era um mestre elevado da Religião Universal”.


… embora Deus não estivesse distante

Em certa ocasião, estando em uma comunidade, Amparo desafiou a Deus. Havia uma mulher rezando, porém, ela começou a repreendê-la severamente e chamá-la de louca. Até o ponto em que acabou rasgando uma imagenzinha que a pobre senhora segurava.

À época, sua prepotência de revolucionária não lhe fornecia muitas outras soluções. Pouco depois veio o passo seguinte até a sua conversão.


Ferida por uma bala da polícia

Amparo havia participando de todo tipo de  manifestações e lutas contra o governo. Em ocasiões mobilizando os indígenas e facilitando que estes  acorressem armados com lanças. Porém, certo dia, estando em uma delas, foi atingida por uma bala. Quando sentiu o impacto, Amparo recorda de duas coisas: por um lado, seu marido e seus filhos e, por outro lado, uma paz inexplicável, total. Não tinha medo de partir. Tudo era alegria, gozo, paz…

Nisso, escutou uma voz que lhe cantava: “Vi uns olhos maravilhosos. Vi o amor. Eram os olhos da Virgem. Eram justamente os olhos da estampa que eu havia rasgado! A estampa da Virgem Milagrosa. Eu a vi como uma adolescente de 15 anos. Com roupas brancas…”.

Enquanto ela sangrava, a única coisa que sentia era paz, alegria… Nesse momento a Virgem lhe disse: “Minha pequena, eu te amo”. E lhe pediu que deixasse todas as causas que ela levava e que assumisse a causa de seu Filho. Também se deu conta de que por trás da Virgem havia um senhor mais idoso: era seu avô.


E seu marido pensou que ela estivesse louca

Quando acordou, narrou toda a experiência a seu marido, Javier. Ele pensou que ela estivesse louca, e não era para menos. Uma ateia convicta, militante anticatólica, e despertando daqueles sonhos…

Em seguida, levaram-na para que os altos mestres, psicólogos e peritos da Nova Era a examinassem e a convencessem de que aquelas experiências eram fruto de suas alucinações e dos ferimentos. Sem dúvida, “ninguém podia tirar da minha cabeça que era Deus”.


Primeiramente, confessar-se

“A primeira coisa que precisava era um sacerdote. Precisava me confessar. A primeira coisa, em primeiro lugar, era a confissão. Eu pedia a Deus que não morresse no caminho, indo para casa, porque iria para o inferno. Na confissão estavam todos os pecados. Os mais horríveis”.

Era uma nova etapa, e havia de começar desde o princípio, fazendo tudo bem feito. Assim, a primeira coisa que fiz foi aprender a amar Jesus, a amar os sacerdotes, a amar a Igreja, amar os sacramentos”.

Amparo se sentia totalmente enlameada e também convidada a uma nova revolução: “O único que transforma o mundo é Deus. Eu não sou digna. É tão grande o amor de Deus…”


A conversão de seu marido

Amparo rezou e convidou seu marido Javier à conversão. Com o passar do tempo, Javier, revolucionário como ela, começou a dar provas de mudança por amor a Amparo.

Devia ser uma experiência dramática em si mesma pelo único fato de ter que romper com toda uma vida de convicções e luta comprometida. Amparo explica isso dessa maneira: “Meu marido aceitou crer em Deus e na Virgem, porém, não acreditava  no sacramento. Todavia, Deus colocou um sacerdote santo em nosso caminho. Por fim, ele se confessou e sua confissão levou horas. Ao sair, sentiu que havia se livrado de toneladas de coisas”.


Agora era hora de denunciar as mentiras da ONU


Denunciando a
manipulação da ONU.
A conversão das pessoas, na maioria das vezes, é um processo longo e em etapas. Amparo estava a caminho, mas ainda não renunciara a toda sua vida de pecado. Necessitava de parte dela, pois seu salário das Nações Unidas era uma fonte necessária para a família e seu ritmo de despesas.

Tudo aconteceu quando uma amiga sua lhe pediu informações sobre a distribuição da pílula do dia seguinte por parte das Nações Unidas no Equador. Amparo era responsável pela sua importação e distribuição no país.

De fato, sua agência das Nações Unidas havia vendido ao Equador 400.000 (quatrocentas mil) doses da pílula do dia seguinte. A ONU em Nova York, a UNFPA no Equador: “Eles nos vendem a 25 centavos de dólar, e nós as vendemos entre 9 e 14 dólares. É um negocio e tanto”.

No Equador houve um julgamento em que as Nações Unidas perderam a ação devido à distribuição da pílula e os pró-vidas ganharam, visto que tiveram que reconhecer que ela não é um método contraceptivo, mas sim anti-nidatório, ou seja, abortivo, e que se utiliza quando os métodos contraceptivos falham.

O ápice de sua decisão de converter-se e dar um passo definitivo até Deus aconteceu a caminho do tribunal nesse julgamento em que  a ONU perdeu: “Quando estávamos levando a informação ao Tribunal, um jornalista me fez uma pergunta que pensei que era Deus quem me a fazia – estás com Deus ou estás com o demônio? –. A pergunta foi: O que eu pensava da pílula do dia seguinte? E, claro, eu continuava trabalhando para as Nações Unidas e apoiava todas as organizações pró-aborto. Nesse momento me dei conta de que era o momento de dizer a verdade e deixar de mentir a mim mesma. Era uma incoerência ser católica e ao mesmo tempo, por dinheiro, continuar apoiando uma organização que vai contra os meus valores. E, claro, disse a verdade e as Nações Unidas me despediram”.


O que existe por trás das Nações Unidas?

Por trás dos projetos da ONU, atrás das palavras bonitas que usam quando falam de saúde reprodutiva, na realidade, há toda uma promoção do aborto e dos contraceptivos. É o único objetivo para toda América Latina.

Na entrevista de Amparo à cadeia de televisão norte-americana EWTN, denunciava que no livro “Cuerpos, tambores y huellas”, editado pelas próprias Nações Unidas, se reconhece a promoção das relações sexuais com crianças desde os 10 anos. E que nele se explica claramente três coisas:

- que os pais não devem ser informados da educação sexual que seus filhos recebem;

- que as escolas devem distribuir contraceptivos a seus alunos sem o conhecimento e consentimento dos pais;

- e que se um professor ou médico chegasse a informar aos pais de que seus filhos estão usando contraceptivos, esse professor ou médico deve ser expulso de seu trabalho por romper o sigilo profissional.

Amparo, e não só ela, denuncia a existência de um todo um negócio em que não se desperdiça nada: promove-se as relações sexuais entre crianças e adolescentes, e se lhes vendem preservativos. Como estes falham, então se lhes oferece o aborto ou a pílula do dia seguinte. Como o aborto produz restos humanos, estes servem bem para a experimentação ou bem para extrair algumas substâncias que depois se usam em cremes, xampus, etc. Negócio completo.


Assistam a uma conferência de Amparo Medina a seguir:





E agora na luta pela vida

A realidade foi mais dura do que o previsto em um primeiro momento. O casal perdeu tudo quando saiu da revolução. Eles tiveram que renunciar a muitas coisas, as primeiras foram os bens materiais. Porém, foi “bonito encontrar juntos o amor de Deus e eliminar os mitos relativos aos sacerdotes, à Virgem, à Igreja…”

Amparo Medina e seu marido Javier Salazar são pais de três filhos. Ela é Diretora executiva de Ação Pró-vida Equador e, além disso, colabora e assessora outros organismos.

Agora também luta pela família, mulheres e crianças, mas a partir da verdade integral das pessoas, e não a partir do negócio econômico.


Ameaças de morte

Um novo enfoque, sim, mas não isento de perigos. Assim, Amparo tem sofrido ameaças de morte como a que recebeu não faz muito tempo em uma caixa de sapatos, dentro da qual havia uma ratazana morta com a mensagem “morte aos pró-vidas” e “lembre-se que os acidentes existem, lembre-se que as mortes acidentais são o dia a dia deste país, NÃO PROSSIGA COM SUA CAMPANHA ANTI MULHER E HOMOFÓBICA…Morte aos traidores, morte aos anti Pátria, MORTE OU REVOLUÇÃO”.

Amparo não se assusta. E continua com sua luta confiante que tem em mãos a possibilidade de defender milhares de vidas humanas.

Se desejar ver uma entrevista realizada com Amparo Medina à rede de televisão norte-americana EWTN, pode acompanhar aqui:




Por Religión en Libertad | Tradução: Fratres in Unum.com -



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segunda-feira, 10 de junho de 2013

ABORTO: Relato, arrependimento, mudança de opinião

O aborto por quem o cometeu e se arrependeu


clique para ampliar
A imagem ao lado foi tirada do blog do jornalista Reinaldo Azevedo e nela podemos ver um comentário enviado pelo leitor que se identificou como "Douglas". O que ele relata é como foi sua transição de um apoiador do aborto para uma posição pró-vida.

"Douglas" relata o caso em que ele próprio esteve envolvido, junto com sua namorada à época: ambos foram colhidos por uma gravidez inesperada. Conta ele que eles optaram pelo "ato", o aborto, e que o assunto era tratado friamente entre seus colegas. Comprados os remédios ilegais, o aborto foi induzido em sua casa e quando aconteceu, foi que ele teve a real ideia do que havia feito: "(...) vi que aquilo não era um animal ou um pedaço de menstruação, mas um bebê mesmo".

Ele relata que levou anos para superar o que havia acontecido, com o peso de um assassinato em suas mãos. Vale muito ler seu testemunho, pois mostra um lado que a militância abortista gostaria muito que ficasse escondido do público em geral, que é o testemunho de quem passou pela experiência e provou o gosto amargo de um ato que afeta a todos, tanto os envolvidos diretamente, quanto, em termos mais amplos, a sociedade em geral, cuja permissividade com tais práticas mostra-se um sintoma de doença social muito mais profunda.

A transcrição de seu comentário, encontra-se abaixo, com destaques meus.
"Reinaldo, eu era a favor do aborto quano jovem a muitos anos atrás, até que um dia uma "ficante" engravidou de mim e optamos pelo ato. Compramos os "remédios" proibidos vindo do Paraguay e fizemos todo o processo recomendado pelo contrabandista. Na época parecia que seria algo normal, pois o assunto era tratado friamente entre os colegas. Quando então o aborto aconteceu no banheiro de casa e vi que aquilo não era um animal ou um pedaço de menstruação, mas um bebê mesmo. Levei anos para superar aquilo, com o peso de um assassinato nas mãos. Foi assim que me senti. Os jovens que hoje defendem o aborto não sabem o que estão falando, dos traumas que isto traz. O feto é um ser humano, o filho de alguém. Não se deixem levar por ativistas contra a vida. Nem falo de religião nenhuma, é simplesmente errado tirar uma vida indefesa. Ainda mais do próprio filho. O aborto é loucura, e quem defende a prática, ou não tem informação, ou é um monstro. Não queira ver a cena de um feto no banheiro da tua casa pra entender que é errado."

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domingo, 19 de maio de 2013

ABORTO: E se você tivesse sido abortado?

DEPUTADO NORTE AMERICANO REVELA QUE SUA MÃE ESTEVE AO PONTO DE ABORTÁ-LO


"Nessa noite em casa com a minha esposa e as minhas duas crianças, me doía o coração ao pensar que tudo isto (sua vida e família) poderia não ter existido", expressou o deputado republicano de Indiana (Estados Unidos), Marlin Stutzman, logo depois de escutar de sua mãe que estava entre lágrimas que ela esteve a ponto de abortá-lo.

Stutzman é um defensor da causa pró-vida e pró-família no congresso americano. Faz poucos dias, pronunciou-se no plenário da Câmara sobre o caso do Dr. Kermit Gosnell, conhecido por assassinar bebês que sobreviveram a abortos, e acusado do assassinato de uma mãe e seus quatro filhos que nasceram vivos em um procedimento de aborto fracassado na Filadelfia.

O deputado que nasceu fruto de uma gravidez não desejada, relatou em 8 de maio no jornal The Washington Times em um artigo escrito por ele mesmo, a conversação que teve com sua mãe sobre o aborto.

No seu escrito assinalou que depois de falar do caso Gosnell, perguntou-se se alguma vez sua mãe tinha pensado em acabar com a sua gravidez. "Meus pais nunca deram nenhum indício de se alguma vez tinham considerado (abortar), mas terão feito?".

Ligou para a sua mãe para perguntar, "falei com ela sobre minha intervenção no plenário da Câmara e logo lhe perguntei suavemente: Mamãe, você já pensou nisso alguma vez? Logo depois de uma tensa pausa, com lágrimas me disse: 'Marlin, sinto muito'".

Ambos estavam muito comovidos, "à medida que choramos juntos, eu já não era um membro do Congresso, era um filho que compreendeu pela primeira vez a dor e as lutas que minha mãe tinha passado antes que eu nascesse", e refletiu que se tivesse sido abortado, não existiria a família que agora tem.

A mãe do representante de Indiana tinha 17 anos quando um incêndio destruiu a sua casa em dezembro de 1975 e ela tinha acabado de saber que estava grávida. Desconsolada, sozinha e aterrorizada como o descreve Stutzman, chorava no chão do quarto da casa de um vizinho.

Foi então quando decidiu dirigir 40 milhas de distância sozinha, com o fim de chegar a Kalamazoo, Michigan e "encarregar-se da situação (...). O que teria acontecido se uma clínica 'Gosnell' tivesse estado só a quatro milhas de distância em lugar de 40?" perguntou-se o deputado.

Durante a conversação sua mãe lhe perguntou se a perdoava, e ele respondeu: "sim, com todo o meu coração. (...) Essa menina era minha mãe", assinalou Stutzman para dizer logo "eu poderia ter sido abortado".

O deputado expressou "quão agradecido estava com ela e pela força do meu pai em fazer o correto e proteger minha vida. Poderia ter terminado de maneira diferente". Este fato aconteceu dois anos depois do caso Roe Vs. Wade com o que se legalizou o aborto no país.

Stutzman escreveu também que a conversação com sua mãe "me fez perguntar quantos pais, esposas, empresários, médicos e funcionários públicos desapareceram hoje em dia a causa do aborto".

Desde 1973, mais de 55 milhões de crianças foram assassinadas antes de nascer. "Eu estava a só 40 milhas de ser um deles".

Também se perguntou: "Por que a Casa Branca encontra as ações do Dr. Gosnell "inquietantes", quando, como senador estatal, o presidente Obama votou contra a Lei de Proteção de Crianças Nascidas Vivas de Illinois?".

O deputado explicou que atualmente "não há distinção moral entre acabar com a vida de uma criança de cinco segundos depois de nascer ou cinco dias antes" porque os abortistas se defendem em argumentos que consideram legítimos tais como aborto "seguro, legal e pouco frequente" como o vem fazendo Gosnell em seus julgamentos.

Stutzman criticou duramente que depois de chamar os bebês durante décadas de "um montão de células", as pessoas agora se horrorizam de ver as crianças abortadas congeladas, em sacas de lixo ou em latas de comidas para gatos. Assim como também denunciou que não existe nenhuma diferença entre os abortos que auspicia Planned Parenthood e os que se realizam em clínicas como Gosnell, assassinando os bebês que nascem vivos, cortando-lhes a espinha dorsal.

O deputado exortou os americanos e disse que "devem reunir-se para uma conversação honesta sobre o aborto - e convidou - a examinar os fatos para encontrar nossa consciência nacional".

"Gosnell, como qualquer outra abortista neste país, vende mentiras às mulheres jovens como minha mãe" sobre o aborto, sublinhou Stutzman e adicionou "meus jovens pais tomaram a decisão incrivelmente difícil de rechaçar essas mentiras e proteger minha vida".

ACI/EWTN Noticias


via Fiéis Católicos da Arquidiocese de Ribeirão Preto:  http://catolicosribeirao.blogspot.com.br/2013/05/deputado-norte-americano-revela-que-sua.html.

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