Assine para receber os posts em sua caixa de e-mails

INFORME SEU E-MAIL AQUI:

Delivered by FeedBurner

Mostrando postagens com marcador Familia e educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Familia e educação. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Sobre a vida familiar.


Salve Maria!

Finalmente encaminho a tradução de um lindo e muito útil sermão proferido no Domingo depois da Ascensão/2016, pelo Re. Pe. Altamira que trata sobre a vida familiar.

Peço a Deus que possamos dirigir nossas vidas catolicamente, amando-O em primeiro lugar, buscando sempre a Verdade, guardando a Fé e trabalhando diariamente nossa emenda e santificação para a salvação de nossas almas. Sem ilusões, sem apegos e sem perda de tempo.

Viva Cristo Rei!









SERMÃO DO DOMINGO DEPOIS DA ASCENSÃO 

Rev. Pe. Altamira
(Bogotá, 2016)


Queridos filhos:

Neste “Domingo depois da Ascensão”, queria lhes fazer uma breve homilia comentando algumas passagens da Epístola da Missa de hoje, e, dentre tantas coisas que se poderiam dizer, relacionar esta epístola com os problemas “atuais” que pesam sobre, padecem ou suportam nossas famílias: Queria fazer uma aplicação deste texto para a vida familiar.

Trata-se da Primeira Epístola do Apóstolo São Pedro (Pe 4,7-11), carta do primeiro Papa da História. Já algumas vezes temos dito que as famosas “Encíclicas” dos Papas são também “cartas”, cartas a todo o Orbe católico. Utilizaremos, então, esta “Encíclica do Papa São Pedro”. Veremos algumas poucas passagens desta epístola e faremos alguns comentários.

Estote prudentes et vigilate in orationibus”: Sede prudentes e vigiai na oração.

Sede prudentes”, diz São Pedro; e, ao contrário de “sermos prudentes”, temos muitas coisas para dizer sobre a vida familiar. Não é prudente deixar que os filhos (ou até os esposos) se entretenham com joguinhos de computador ou de celular. “Lá estão o dia inteiro...”; na realidade, não devem ficar nem trinta minutos com esses joguinhos!

Existem famílias que têm seus filhos viciados nestes jogos, “passam toda a noite jogando, horas e horas”; e existem mães que já não sabem o que fazer. Um jovem chegou a dizer algo assim como que “jogar em rede”, eu não sei qual desses jogos, e disse que isso era “a finalidade de sua vida”, ou seja... Que “finalidade de uma vida” é um joguinho eletrônico?

Além disso, esses joguinhos destroem a capacidade intelectual de seus filhos; depois se tornam incapazes de se concentrar, incapazes de passar horas estudando com um livro (como muitas vezes há que se fazer; todos sabemos disso).

sábado, 17 de setembro de 2016

NÃO PODE FALTAR EM TUA CASA: HÁBITOS RELIGIOSOS!









NÃO PODE FALTAR EM TUA CASA: HÁBITOS RELIGIOSOS!




A casa de família - deve ser benzida e nela entronizado o quadro do Sagrado Coração de Jesus. Está escrito que ricas bênçãos Deus derramará sobre a casa e seus habitantes, sempre que isso se der. Pelos quartos, à cabeceira das camas, haverá um quadro de santo, um Crucificado. Aqui te dou o conselho de procurares antes poucos, mas belos quadros ou imagens, do que muitos e feios.


No horário da casa - haverá tempo marcado para as orações da manhã e da noite. Que belo costume esse de se unir a família perante o oratório da família e aí rezar pelos presentes e ausentes!


Nos dias da semana - o domingo tem lugar de honra. É dia sagrado, dedicado primeiro à oração e à Missa e somente depois aos divertimentos inocentes. É também dia respeitado, até nos trajes festivos da família. O mesmo se dá com os dias de festa religiosa. No aniversário dos batizados, das primeiras comunhões, a família faz questão de agradecer a Deus as graças que esses dias trouxeram.


As devoções da família - Se o pai já trouxe algumas de seu tempo de moço, ou se na tua mocidade praticava algumas, continua com elas na casa. Sobretudo a devoção a Nossa Senhora não pode faltar, em caso algum. Pois é garantia de salvação eterna e fonte de muita bênção material. Mas, não o esqueças nunca, a primeira devoção cristã é a Santa Eucaristia. Amor a nosso Senhor Sacramentado - pela assistência à Santa Missa - deve ser precioso patrimônio de todo lar cristão.


Fidelidade á fé - A cristã a recebeu dos pais e deve deixá-la aos filhos. Do contrário, os privaria da herança mais preciosa na vida. Tudo farás, leitora, para conservá-la em ti e nos teus. Para isso é preciso praticar a oração... fugir dos livros maus e procurar os bons. Sobretudo é necessário viver de acordo com aquilo que se crê. Combaterás energicamente as superstições que tanto prejudicam a fé e ofendem a Deus. Se algum dos teus se afastar da fé, não descanses nas tuas orações e sacrifícios para convertê-lo. Cedo ou tarde o conseguirás...




Trecho do livro: As três chamas do lar 
Pe. Geraldo Pires de Souza


Texto aqui - toda terça e sexta feira
Visite nossos blogs associados:
+
Informe seu e-mail para receber as publicações de VIRTUDES FEMININAS: Delivered by FeedBurner.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Tarefas domésticas que crianças pequenas podem fazer

 

 Algumas tarefas domésticas que podem ser feitas por crianças

 

  

Tarefas que podem ser feitas por crianças a partir de 3 ou 4 anos:

 

  1. Arrumar seus bichinhos e brinquedos no lugar.
  2. Passar espanador de pó.
  3. Ajudar os pais a pendurarem a roupa no varal, entregando pregadores.
  4. Colocar a roupa suja no cesto apropriado para isso.
  5. Regar as plantas.
  6. Tirar o pó com um pano.
  7. Esfregar o vidro do box com uma esponja e sabão não-tóxico.
  8. Colocar comida para os bichinhos de estimação.
  9. Colocar rolos de papel higiênico nos banheiros.
 

 

 

 

terça-feira, 17 de junho de 2014

20 Maneiras para as Moças Reivindicarem o Respeito que Merecem

1- Vista-se de forma apropriada à sua dignidade. Como diz a incrível pregadora sobre castidade, Crystalina Evert: "Não ande por ai mandando mensagens de que seu corpo é a melhor parte de você - implicando que seu coração, seus pensamentos e sua alma não sejam importantes. Ao invés disso, desperte com a sua modéstia, o desejo de conhecerem-na melhor."

2- Recuse dormir com um homem antes de ter o anel de casamento em seu dedo. SE ELE REALMENTE TE AMAR, irá esperar. Esse respeito, tanto o respeito que você deve ter por si, e o respeito do rapaz por você, irá te levar ao casamento um dia.

3- Não use camisas deploráveis com mensagens do tipo: "Quem precisa de um cérebro quando se tem isso!?". Pare de comprar em lugares que vendam coisas como esta. Não vista calças ou shorts que tenham algo escrito em sua parte inferior, ao menos que seja o lugar para o qual deseje chamar a atenção de todo par de olhos que olhem para você.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Virtudes e Tradições de uma Família Saudável

Virtudes e Tradições de uma Família Saudável



Por Mons. Henri Delassus
Traduzido por Andrea Patrícia


 Um pai exorta seu filho à virtude


Esse contrarrevolucionário autor do século XIX denunciou repetidamente as premissas da globalização e o início de um governo mundial. Ele insistiu que era o espírito da família no lar, na sociedade e no Estado, que poderia fornecer a maior resistência à conspiração anticristã.

Neste trecho de seu trabalho sobre a família, Mons. Delassus explica a importância das tradições da família em preservar os bons costumes da Civilização Católica. (TIA)
_____________

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Obrigação de vários estados - Santo Antônio Maria Claret



OBRIGAÇÕES DOS CHEFES DE FAMÍLIA

1- Sustentar a família conforme o próprio estado.
2- Não dissipar os bens da família em jogos nem em vaidades.
3- Pagar pontualmente o ordenado aos criados, jornaleiros.
4- Vigiar sobre os costumes de seus filhos e dependentes.
5- Procurar que frequentem a palavra de Deus e os santos Sacramentos.
6- Corrigí-los com prudência.
7- Castigá-los sem paixão de ira etc.
8- Tratá-los com benevolência.
9- Tê-los ocupados.
10- Assistí-los em suas doenças.
11- Edificá-los com o bom exemplo.
12- Encomendá-los a Deus, e proporcionar-lhes bons mestres, patrões etc.
13- Procurar a devida separação entre filhos e filhas, e pessoas de diferente sexo.
14- Não admitir pessoa alguma que possa, com suas conversações, ou de qualquer outra maneira, ser motivo de escândalo à família.

OBRIGAÇÕES DOS FILHOS E DEPENDENTES

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

As Portas do Inferno - Quinta Porta: A Má Educação dos Filhos

Quinta Porta do Inferno: A Má Educação dos Filhos


 

Quantos pais se perdem e perdem a seus filhos porque não os educam no temor e amor de Deus, não cumprindo os cinco deveres principais que lhes impõe a paternidade, o amor, a correção, a instrução, a vigilância e o bom exemplo.

Maus pais que não amam os filhos como devem amá-los. Certos homens não merecem o belo título de pais. Desperdiçam no jogo, na bebida, na devassidão o dinheiro que ganham, deixando faltar aos filhos o estrito necessário. Pais monstruosos, piores que os irracionais, que sabem passar fome para dar de comer a seus filhos. Há mães que amam aos filhos, mas só a parte material, o corpo. Quanto à alma, pouco ou nada se ocupam dela. Adiam o batismo semanas e meses, deixando o filho entregue a Satanás e em perigo de morrer pagão. Quantas almas perdidas e quantas outras estragadas para sempre. Quanto mais Satanás se demora no coração do filho, mais o estraga. Toda a preocupação, todos os cuidados para com o corpo, até o luxo, até as modas mais indecentes, e quase nada para a alma.

Que será daquela filha a quem a mãe procura inspirar só vaidade, a quem fala só de beleza, a quem enfeita como uma divindade? Será uma moça vaidosa, orgulhosa. Ai do moço que a tomar por esposa, porque será uma esposa leviana, exigente, cuja paixão do luxo nada poderá satisfazer. Será daqui a pouco a desavença, a suspeita, a briga, o abandono, a ruína do lar.

Quantos pais, quantas mães mormente perdem a si mesmos porque não cumprem o dever da correção. O homem nasce inclinado ao vício, diz a Escritura. No coração da criança madrugam os maus instintos. Bem cedo é preciso reprimi-los, corrigir os filhos, dai a pouco será tarde, impossível.

Como corrigir? A força de gritos e descomposturas? Isso só serve para ensinar tudo quanto há de palavras feias. A força de pancadas? Isso avilta e embrutece. Em primeiro lugar é preciso avisar: — “Meu filho, não faças isso, não andes em tal companhia, não convém, não pode ser, não consinto.” — Às vezes este aviso será suficiente. Em caso de reincidência na mesma falta, é necessário repreender energicamente e ameaçar e, enfim, no caso de nova reincidência, castigar severamente.

Até quando os pais têm obrigação de corrigir os filhos? Não se esqueçam que, enquanto filhos, não há grandes, nem velhos, não há filhos de barba branca. O filho, enquanto tiver filho, sempre será pai, e ai do pai que não avisa, repreende e corrige seu filho, e ai do filho que não atende às justas recomendações de seu pai.

Cedo também deve começar a instrução, porque tudo depende do começo, tudo depende pois, principalmente, da mãe. Feliz, mil vezes feliz quem teve uma mãe cristã e piedosa. Tal a mãe de S. Luís, rei da França. Tendo nos braços seu filhinho, dizia: “Meu filho, eu te amo muito, mas tu tens no céu um Pai, uma Mãe que te amam ainda mais; cuidado, não faças nada que possa ofendê-los, não cometas pecado. Antes quisera ver-te agora mesmo morrer em meus braços, que ver-te mais tarde, rei da França, cometer um só pecado mortal.” 
Mãe, o coração dessa criança, vosso filho, é um papel branco em que podeis escrever o que quiserdes. Gravai nele ódio ao pecado, amor a Deus, devoção a Maria Santíssima.

Ensinai e mandai ensinar-lhe o catecismo. É uma obrigação gravíssima. A mãe que não manda seu filho ao catecismo, onde é possível, é indigna de absolvição. Meninos e meninas de dez, doze anos, moços e moças que nunca apreenderam uma palavra de catecismo, nada sabem de religião e de suas obrigações, e por isso não se confessam, não comungam, vivem no pecado, é o que encontramos todos os dias. Os culpados são os pais. Quantas moças põem o pé no inferno no dia em que casam porque assumem uma obrigação que são incapazes de cumprir: ensinar aos filhos a amarem e servirem a Deus. Que responsabilidade e como poderão salvar-se? Perdem a si e a seus filhos.

Mandai vossos filhos à escola, para que aprendam pelo menos a ler e escrever. Depois do pecado a coisa mais triste e funesta é a ignorância. Mas, cuidado! Vede bem que escola, que colégio, que mestres. Há escolas e colégios sem religião. Dali sairão vossos filhos sem fé e sem costumes. Não faltam as escolas e os colégios católicos. Vigilância neste ponto.  [Nota do blog: o livro foi escrito em 1953, onde o analfabetismo era maciço e ainda não havia doutrinação marxista nas escolas e sobravam escolas católicas. Hoje, devemos seguir o caminho inverso: tirar os filhos da escola e ensiná-los em casa! Até mesmo nas escolas que se dizem católica o perigo ronda as almas...]

Vigilância em todos os sentidos. O maior bem que os pais possam deixar a seus filhos não são muitas riquezas, terras, dinheiro, mas a inocência e os bons costumes. Por isso seu grande empenho deve ser conservar-lhes este tesouro. Tarefa difícil em um mundo em que tudo é escândalo. Só uma grande vigilância. Os pais devem trazer os filhos presos debaixo de seus olhos. Sem esta sentinela de vista não escapam à corrupção. Vigilância, pais e mães; que vossos filhos não vejam nunca nada, nem em casa nem fora de casa, nem de dia nem de noite, nada capaz de ofender a inocência. Mas quantos pais, diz um santo, têm mais cuidado com seus animais, suas criações, que com seus filhos! Quantos pais deixam seus filhos andarem aonde e com quem quiserem; quantas mães deixam meninos e meninas brincarem longe de seus olhos. Quantas crianças saem de casa inocentes e voltam culpados; quantos moços e moças acham sua perdição em noites de festas, de volta por estradas escuras e desertas! Quantos desastres! Pais e mães, onde andam vossos filhos e filhas, que casa, que pessoas, que divertimentos frequentam? Examinai vossa consciência, condenai-vos, antes que Deus a examine e vos condene.

Se é um grande pecado dos pais não afastarem os filhos do pecado, é um crime enorme levá-los ao pecado pelo mau exemplo. Tal pai, tal filho; tal mãe, tal filha. Filho de peixe sabe nadar, diz o adágio. Nada mais eficazmente funesto que o mau exemplo dos pais. Os pais não rezam, o pai não se confessa, a mãe não vai à Missa aos domingos, os filhos hão de fatalmente imitar seu procedimento. 
Por que rezar? — disse um dia uma menina à sua professora — eu nunca vejo papai nem mamãe rezarem. Que dizer dos pais que oferecem aos filhos o espetáculo positivo do vício e do pecado, pais que se embriagam, brigam, blasfemam; certas mães cuja vida é o pecado... os filhos o sabem e se envergonham, o que não os impedirá de, mais tarde, trilharem o mesmo caminho.

“Ai do homem, disse Jesus Cristo, que dá escândalo, isso é, dá mau exemplo”; por conseguinte, mil vezes ai dos pais que escandalizam seus filhos: “seria melhor lhes amarrar ao pescoço uma pedra e serem lançados ao mar.”

“Maldito seja meu pai, disse um condenado à morte, à hora de subir ao cadafalso, a ele é que devo a minha desgraça; nunca me ensinou meus deveres para com Deus e os homens, deixou-me frequentar más companhias, deu-me em tudo o mau exemplo.” Faz horror pensar que no inferno muitos filhos amaldiçoam aos pais e muitos pais aos filhos, porque foram uns para outros causadores de sua condenação.

Pais e mães, amai a vossos filhos com amor cristão, educai-os no amor e temor de Deus, afastai-os do mal e dai-lhes em tudo o bom exemplo, e vossos filhos vos darão gosto, neste mundo serão vossa consolação e no outro, vossa coroa.


Excerto do Livro "O Pequeno Missionário", do Pe. Guilherme Vaessen. Livro de 1953. Grifos nossos. 


CONTINUA...  

Introdução
1ª Porta: A Impureza
2ª Porta: O Furto
3ª Porta: A Profanação do Dia do Senhor
4ª Porta: A Embriaguez
5ª Porta: A Má Educação dos Filhos
6ª Porta: O Protestantismo
7ª Porta: O Espiritismo

+
Informe seu e-mail para receber as publicações:   Delivered by FeedBurner.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

As Sete Portas do Inferno - Quarta Porta: A Embriaguez

Quarta Porta do Inferno: A Embriaguez


 

“Não erreis: os bêbados não herdarão o reino de Deus”, diz S. Paulo. 
A embriaguez é um dos vícios mais vergonhosos e funestos. O seu efeito imediato é privar o homem do uso da razão e até de seus membros
Este pecado ultraja a Deus porque mancha e apaga no homem a imagem de Deus. Pela sua alma o homem é a imagem de Deus. Como Deus, a alma conhece, ama e quer. Vede agora o escravo da bebida. Onde está a imagem de Deus? 
O embriagado é incapaz de formar uma ideia. Semelhante ao animal, não é capaz de exprimir seu pensamento. Onde estão seus sentimentos? Só tem instinto de bruto. Onde está sua liberdade? Faz o que não quer e não faz o que quer. Chega a ponto de não poder ficar de pé, de não poder dirigir seus passos, de cair. 
Um dia, um bêbado caiu numa sarjeta. Chega um cão, olha, fareja-o festejando-o com a cauda. O cachorro parecia satisfeito por encontrar um colega. Mas depois o cachorro foi-se embora, e o bêbado ficou deitado na lama, porque não podia arredar-se do lugar. Deus fez o homem grande, diz a Escritura, mas, pelo vício, o homem nivelou-se ao bruto.

O alcoólico é inimigo de sua alma, porque calca aos pés todos os mandamentos da lei de Deus. Amai a Deus sobre todas as coisas, diz o primeiro mandamento. 
O escravo da embriaguez é do número daqueles que S. Paulo estigmatiza, quando diz: “Seu ventre é seu Deus”. O bêbado blasfema frequentemente, roga pragas, jura falso, profana o dia do Senhor, é mau filho, mau pai, mau esposo, briga, fere, às vezes mata. Como é raro dois embriagados separarem-se sem trocar uns murros e se estragar a cara.

Quanto ao sexto mandamento, são obscenidades de toda espécie, pensamentos, desejos, palavras, olhares, ações, brutalidades que os próprios irracionais ignoram. No vinho está a luxúria, diz o Espírito Santo.

O alcoólico é inimigo de seu corpo. O álcool é um veneno, acaba sempre por estragar e matar. Exerce um efeito funesto sobre o estômago, o coração, os rins. Os médicos contam até vinte doenças quase todas mortais, causadas pelo álcool. De 120.000 pessoas que morrem cada dia, 20.000 morrem diretamente pelos excessos alcoólicos.

O alcoólico é inimigo de sua família. Uma boa moça regozijava-se na doce esperança de em breve achar-se ao lado de um moço, o preferido do seu coração, para levar com ele uma vida cheia de alegria e de felicidade. Por ele deixou pai e mãe, a ele dá sua mocidade, seu coração, suas forças, seu trabalho, sua vida. E o moço lhe promete torná-la feliz, promete-o, jura-o, até, ao pé do altar. E, agora, escravo da embriaguez chega em casa bêbado, envergonha sua esposa, a contrista, a descompõe, a maltrata, e, às vezes, deixa-lhe faltar o estrito necessário. Que ingratidão, que traição!

Este pecado levanta contra ele um brado de maldição, arrancado de um coração esmagado. O eco desta maldição subirá até ao trono de Deus, para bradar vingança contra o violador do amor conjugal.

Mau esposo, talvez pai pior ainda. Filhos idiotas, raquíticos, epiléticos; eis, geralmente, a descendência do alcoólico. E estas pobres criaturas geralmente nascem predispostas ao vício. O fruto não cai longe da árvore, diziam os antigos. Que educação dará aliás tal pai a seus filhos? Que ouvem os filhos? Palavras obscenas, conversas ímpias. Que veem? brigas, escândalos. Pai miserável, que responderás no dia do juízo, quando Deus te perguntar qual o exemplo que deste a teus filhos?

Renunciai ao vício, cristãos, e gozareis as satisfações da virtude e da abundância, os encantos da vida de família, tão puros e tão santos. Que alegria ver-se objeto da afeição de uma esposa, ter filhos sadios e bem educados!

Fugi, pois, do maldito vício da embriaguez. Rezai, frequentai os sacramentos, afastai-vos da ocasião, principalmente, lembrai-vos da palavra de S. Paulo: “Os bebedores não entrarão no céu”.


Excerto do Livro "O Pequeno Missionário", do Pe. Guilherme Vaessen. Livro de 1953. Grifos nossos. 


CONTINUA...  

Introdução
1ª Porta: A Impureza
2ª Porta: O Furto
3ª Porta: A Profanação do Dia do Senhor
4ª Porta: A Embriaguez
5ª Porta: A Má Educação dos Filhos
6ª Porta: O Protestantismo
7ª Porta: O Espiritismo

+
Informe seu e-mail para receber as publicações:   Delivered by FeedBurner.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Missão da mãe

Santificar sua família



Não contente em servir sua família, a mãe deve dedicar-se à santificação dos seus. É o pedaço de terra que o pai de família confiou a seus incessantes cuidados, a fim de que o cultive na paciência, e o faça frutificar ao cêntuplo, pelo zelo puro e generoso duma caridade ardente. 

A missão divina da mãe de família é uma missão de fé, de virtude, de oração e de sofrimento.
  
1 - Missão de fé - A ela cabe, em primeiro lugar, falar a seus filhos de Deus, da Bondade de Jesus Cristo; desenvolver o germe da Fé neles depositados pela Graça do Batismo, zelar-lhes a inocência, e formá-los bem cedo na piedade cristã e no amor a Jesus Eucaristia. À mãe cabe conservar e alimentar a Fé da família, afastando rigorosamente tudo o que for apto a escandalizar algum de seus membros. A fé é o mais precioso tesouro do cristão, e é por meio de santas leituras, de piedosos entretenimentos, que ela fará frutificar estas virtudes nos seus.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Pio XII ao Congresso da Alta Costura - 1957

SOBRE A MODA


SUMÁRIO

1) ALGUNS ASPECTOS GERAIS DA MODA

A exigência higiênica da moda
O pudor como origem e finalidade da veste
O decoro e a estética no realce da beleza
Ponto de convergência de diversos fatores psicológicos
A difícil arte e a influência do "criador de modelos"

2) A FORMULAÇÃO DO PROBLEMA MORAL DA MODA E SUAS SOLUÇÕES

A atitude da Igreja em face da moda
Má intenção dos artífices, imodéstia e luxo concorrem para a moda impudica
Princípios fundamentais de solução para o problema moral da moda

3) ESPECIAIS SUGESTÕES AOS PROMOTORES E ASSOCIADOS DA "UNIÃO"

Formação de um gosto sadio no público
Urge desfazer os insidiosos sofismas contra a moralização da moda
Luta para vestir ao espírito o predomínio sobre a matéria

Voto final e Bênção Apostólica

DOCUMENTOS PONTIFÍCIOS

PIO XII

SOBRE A MODA
(Alocução)
1957


Sintomático que os participantes do I Congresso Internacional de Alta Moda, promovido pela União Latina de Alta Moda, se empenhassem por uma audiência pontifícia, e mais, que estivessem desejosos de ouvir a palavra do Papa. Não se esquivou o Pontífice e na ocasião, no dia 8/11/1957, pronunciou um longo e importante discurso, em italiano, o qual damos na tradução da Abadia de Nossa Senhora das Graças:

segunda-feira, 20 de maio de 2013

REFLEXÃO: A educação religiosa dos filhos começa nos joelhos dobrados da mãe!


A educação não pode ser eficaz sem a instrução religiosa, a qual deve começar nos joelhos da mãe.

Ó mães cristãs, ensinai a vossos filhos a amar a Deus, o Pai nosso bondossímo que está no céu ... que nos criou ... , que nos conserva em vida, que incessantemente nos dá novos benefícios.

Infundi, em seus coraçõezinhos o santo temor de Deus, que sempre está presente, porque está em toda parte, que tudo vê, tudo ouve e a todos recompensa ou castiga.

Oh! inspirai-lhes um grande horror ao pecado, que ofende a Deus, atrai os castigos e merece o inferno.

O coração dos pequenos, como cera mole, receberá impressões salutares, que dificilmente se apagarão. A medida que crescem, continuai a subministrar-lhes uma educação religiosa mais sólida e completa. Habituai-os em tempo à oração, à freqüentar a Igreja, a prática dos Sacramentos. Enviai-os ao Catecismo, às prédicas e instruções sobre religião. Ensinai-lhes a rezar e exigi que rezem bem: isto é, devagar, recolhidos, devotos, com todo o respeito que se deve a Deus, e ao lugar santo que é a Igreja.

Observai bem: quando e como vossos filhos perdem o amor à Igreja, à oração e aos Sacramentos?

Quando começam a rezar mal, a perder o respeito ao lugar santo, e a aproxirmar-se dos Sacramentos da Confissão e da Comunhão com indiferença e sem respeito. Vós também rezai cada dia com eles, para que o Bom Deus vo-los conserve sempre bons. Os filhos são vossas jóias as mais preciosas.


Trecho do livro “Casai-vos bem” - Pe.Luís Chiavarino - pág 114-115


Visto em: http://catolicosribeirao.blogspot.com.br/2011/02/educacao-religiosa-dos-filhos-comeca.html.

*

segunda-feira, 13 de maio de 2013

REFLEXÃO - A Única Necessidade

A Única Necessidade


O homem está neste mundo para conhecer, amar e servir a Deus. Eis aí a sua grande ocupação, sem a qual todas as outras seriam inúteis. Por isso, afirma um doutor da Igreja: -“O homem que quer viver para outra coisa, que não para Deus, não tem razão de viver”.

“É para Vós mesmo, ó meu Deus! Que criastes todas as coisas; e aquele que se quer pertencer a si mesmo e não a Vós, certamente, entre todas as coisas se reduz a não ser coisa alguma”.

Assim, pois, a tarefa principal da alma humana é viver em condições de poder alcançar a Salvação Eterna. Preparar a nossa Salvação é tender ao fim para que fomos criados: é cooperar com Jesus Cristo na santificação da nossa alma; é fazer frutificar a graça que Ele nos dispensou; é trabalhar por nos desprendermos do mal, afim de nos unirmos ao soberano Bem.

Ai de nós! São bem raras as almas que preenchem com energia estas condições da verdadeira felicidade! Vêem o céu, aspiram a ele; e não se levantam nem se põe a caminho para lá. Os pensamentos, as aspirações e as palavras elevam-se às alturas, mas o coração, as afeições e os cuidados não passam da terra. “Marta, Marta, com muitas coisas te incomodas, quando uma só te é necessária”. Esta admoestação de Jesus Cristo é aplicável a um grande número de mães cristãs. Mesmo na esfera dos deveres públicos e das boas obras, há frequentemente mais agitação do que progresso, mais tribulações do que proveito. Cada dia nos devia aproximar mais do nosso fim sublime e, contudo, quantas horas perdidas, quantos esforços inúteis, quantas obras estéreis e mortas!

A nossa inconstância nesta grave tarefa da salvação é a causa principal dos nossos desalentos. Fascinados com o falso brilho das coisas mundanas descuidamos das coisas eternas , e, desorientados, assim tornamo-nos incapazes de guiar aqueles que nos são confiados.

Não é a Graça que nos falta; nós é que faltamos à Graça. A Luz foi nos dada para nos aclarar o caminho; Mas, diz o evangelho, “as trevas não O compreenderam”.

Sabemos que Deus enviou Moisés ao faraó e ao seu povo para lhes promulgar os decretos do céu e que essa missão foi confirmada por uma infinidade de prodígios. Mas Satanás suscitou magos que, por seus sortilégios, imitaram de algum modo as obras Divinas, a fim de lançarem os egípcios nos encantamentos da vida e do orgulho. É a história do nosso tempo. Nunca os meios de sedução foram mais numerosos nem mais requintados para desviar os homens do seu fim verdadeiro e privá-los dos frutos da redenção.

Antigamente os dois campos estavam separados: Distinguiam-se claramente os que pertenciam ao mundo e os que pertenciam a Deus. Hoje as diferenças se alteram e se apagam. A própria piedade se torna mundana, enquanto que o espírito mundano se reveste das formas da religião.


A força de exaltar o homem fora de Deus, acima de Deus e a custa de Deus, deixa-se de reconhecer, de amar e de servir a Ele. Vive-se neste mundo, como se a vida presente fosse o último termo dos destinos humanos.

O cristianismo, doutrina de coisas futuras, não se poderia harmonizar com estas idéias terrenas. Também por toda a parte em que o Evangelho declina, vê-se o antigo paganismo despertar e insinuar-se em todas as ordens de coisas: Vêmo-lo na educação, nos costumes, nas ciências, nas artes, nos espetáculos, na literatura e em todos os usos e práticas sociais. E ai está, forçoso é reconhecer, a funesta magia que estorva a grande obra de nossa salvação. Enquanto nos acharmos sob o jugo do espírito mundano, como seremos capazes de livrar dele os nossos filhos e de os educar para o céu? “Assentar a felicidade entre as coisas que passam, diz São Gregório, é construir um edifício sobre a torrente.”

Compenetremo-nos antes de tudo de que a salvação eterna e o amor do mundo são duas coisas irreconciliáveis. Que aliança se poderia formar entre o cálice de Nosso Senhor Jesus Cristo e a taça de Belial? “Aquele que ama o mundo já não tem em si o amor de Deus” – disse o apóstolo São João. O Salvador intercede pelos seus discípulos e não pelo mundo.

Foi aos seus discípulos e não aos partidários do mundo que Ele disse um dia: “Tudo que em meu nome pedirdes vos será dado”.

A vossa missão, ó mãe cristã, é cooperar na salvação do vosso esposo e dos vossos filhos.

Procurai, pois, antes de tudo, para eles como para vós, o que é necessário; e então, conforme a promessa positiva dos Livros Sagrados, Deus abençoará a vossa solicitude e atenderá as vossas súplicas e nem as assistências temporais nem as consolações celestes vos faltarão jamais


__________________________________________
Texto extraído do livro "Novo Manual das Mães Cristãs" do Reverendíssimo Padre Theodoro Ratisbona, 1938, Vozes, e publicado no blog Mãe Cristã: http://maecrista.blogspot.com.br/2009/10/iii-unica-necessidade.html.

*

domingo, 12 de maio de 2013

FAMÍLIA: Ter filhos. Entre o medo e a confiança absoluta em Deus.

Família numerosa - Confiança em Deus


Família Jeubs: Chris & Wendy Jeub tem 16 filhos
Zechariah, Priscilla, Joshua Havilah(twins), Josiah, Hannah, Keilah,
Tabitha, Noah, Micah, Isaiah, Lydia, Cynthia, Alissa, Alicia.
Facebook & site.
Falta aos cônjuges modernos, mesmos católicos a confiança em Deus. Temos o direito de exprobrar-lhes a falta de generosidade e de esperança. O tremendo egoísmo burguês dessorou os corações.

O filho já não é "mais um criado" das antigas participações de nascimento do interior do Brasil. O filho é hoje economicamente encarado "um herdeiro". Vê-se no filho a nascer mais um leito, mais um prato, mais uma mensalidade de colégio. Pior ainda, talvez: "mais um trabalho". A própria mãe é quem teme e se queixa.

As queixas mais lamentáveis para lábios maternos: está envelhecendo; não pode mais freqüentar a sociedade; não tem mais tempo para nada; as senhoras antigas podiam ter muitos filhos, mas hoje não! É a linguagem do egoísmo gélido e desalmado. E isto é tanto pior quanto são os aquinhoamentos da fortuna que mais se queixam.

Outros experimentam reais dificuldades. Cresce-lhes a família, e não se lhes aumentam os meios. A continuar assim, temem chegar à penúria.

A uns e outros lembramos que a generosidade divina não se deixa vencer. Retrai-se diante dos que se retraem. Mas não terá limites com os que põem no Pai toda a sua confiança.

"Quando Deus dá a boca, dá o prato", diziam os nossos antigos, muito mais cristãos do que nós. E o Livro Sagrado afirma, na palavra do Salmista: "Nunca vi o justo abandonado, nem a sua descendência a mendigar o pão" (Sl. 36,35).

As dificuldades econômicas ou pessoais com uma família numerosa são largamente compensadas.

Os que querem filhos bem educados só têm que desejá-los numerosos.

É a família numerosa o melhor ambiente para uma boa educação. Importa, porém, não confundir a boa educação, formadora de homens fortes, viris e santos, com as facilidades que servem apenas para fazer comodistas, gozadores e maricas.

Os bons Cristãos não se satisfazem com não pecar pelo escândalo infundado que venha a provocar seu procedimento correto. Querem dar bom exemplo: que seu procedimento brilhe como a luz do Evangelho, posta sobre o alqueire. Os seus muitos filhos serão estímulo à covardia de uns, à falta de confiança de outros.

Mais. Para os bons Cristãos, o matrimônio é um Sacramento: coisa sagrada, fonte eficaz das graças divinas, figura da mística e real união entre Cristo e a Igreja. Ao administrar-se este Sacramento, a Igreja expressou aos cônjuges seus sentimentos a este respeito.

Está na benção nupcial que a esposa seja "fecunda em prole" e "como vide abundante"; que os filhos "estejam em redor da mesa, como rebentos de oliveira"; e nisto estão as bençãos de Deus: "assim será abençoado o homem que teme o Senhor". A estes ensinamentos cristãos refere-se a Encíclica Casti Connubbi[¹]:

"Daí se vê facilmente quão grande dom da bondade divina e quão precioso fruto do matrimônio sejam os filhos, germinados da força onipotente de Deus e com a cooperação dos cônjuges".

E, mais expressivamente ainda:

"Os cônjuges verão nos filhos, recebidos com ânimo pronto e reconhecido das mãos divinas, um tesouro que lhes foi confiado por Deus, não para dele servir-se em sua própria vantagem nem da pátria terrena, mas para restituí-lo depois, com juros, no dia da prestação final das contas".

É, sem dúvida, a perfeição cristã. E a perfeição não se impõe. Mas se aconselha. E tem-se o direito de se a esperar dos bons Cristãos, principalmente quando o mundo tanto precisa de bons exemplos e de ação regeneradora.


Retirado do livro "Noivos e Esposos" - Pe. Alvaro Negromonte.

Notas:
[1]: Encíclica Casti Connubii, Pio XI.

*

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Da Lei Anti-Palmadas

Minha mãe nos governava com o olhar. Era medo antes do natural respeito. Medo de apanhar, sim. Porque? Porque levamos umas boas palmadas (ou cintadas...), na hora certa, na quantidade certa, terapeuticamente. Estamos vivos, todos. Saudáveis, fortes, todos diplomados em Universidades, todos constituímos família, temos filhos, e até netos.
Minha mãe também tinha unhas compridas, afiadas, doiam. Foram poucos e elucidativos beliscões que me encaminharam à vida adulta, pautada pela honestidade, a plena cidadania, a religiosidade.
Não gostava, eu lembro bem, como lembro que em determinados momentos eu até a odiava por isso, por aquele estranho senso de justiça e de aplicação da pena rápida e rasteira, que às vezes, não nos deixava tempo de escapulir (bem que tentávamos, é inato!). Mas hoje eu lhe sou eternamente grata. Ela me ensinou a ser um ser humano completo, uma pessoa melhor, uma mãe. Não tão boa como ela, não tão capaz. Mas minha filha é uma pessoa boa, correta, cristã e pelo que ela demosntra e diz, pasmem, pretende continuar na linha pedagógica da avó materna, da qual provou algumas poucas vezes, embora já mitigada tal sábia pedagogia pela idade avançada e a serenidade que só as avós têm. Grande mãe, maior ainda como avó. Uma heroína.

O que a Modernidade trouxe de bom ao mundo?

Os traumas de infância que esses políticos incompetentes trazem consigo para pensar em absurdos desse nível, assim como a maioria dos psi-cólogos, psi-quiatras, psi-qualquercoisa demonstram trazer tb deveriam ter ido melhor conduzidos pelas rspectivas mãe, por demais indolentes ou preguiçosas.

O olhar de minha mãe ainda me conduz pela vida, não como uma força manipuladora, controladora, um peso e uma condenação eterna, mas como um anjo bom, protetor, a zelar pelo me bem estar e de minha família. Merecedora da grata sensação do dever cumprido.

"quem ama seu filho castiga-o com frequencia, para que se algre com ele mais tarde" (Eclo 30,1) - entre tantas perolas de sabedoria e de pedagogia aplicada, antídotos contra a hodierna maleducação, desonestidade e crimes.

Eu lembro de outro (não lembro o livro, versiculos e tal, pois não sou protestante) que dizia, mais ou menos" é melhor que teu filho chore quando pequeno, que você chore por ele quando ele for adulto"... ou algo assim.

E depois se queixam que não há uma Manual que ensina os pais a serem pais... AlÔÔÔÔÔÔ Existe, sim!

Eu temo pelo que há de vir dessas políticas mal ajambradas de nossos governantes, que, políticos que são (da pior especie e no pior sentido da palavra), querem agradar gregos e troianos e nos arrastam para o caos social, a bandalheira, a anarquia.

Giulia d'Amore di Ugento

CALENDÁRIO 2019

CALENDÁRIO 2019
COMPRE AQUI!