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segunda-feira, 19 de maio de 2014

A Obediência ao Marido

Santa Francisca Romana e seu Anjo da Guarda
Em um mundo onde vivemos submersos pela onda feminista que é propagada pelos meios de comunicação temos que olhar, entender e AGIR de acordo com a vontade de Deus. E como saber em meio a tanta confusão qual a vontade de Deus? Simples. Analisando e IMITANDO o exemplo de nossos Santos:
S. Francisca Romana estava recitando o Ofício da SS. Virgem, quando seu marido a chamou. Deixou a oração e foi atendê-lo; depois continuou. Mas, enquanto rezava uma antífona, quatro vezes a chamou o marido, e quatro vezes interrompeu a oração e foi atendê-lo, continuando depois de terminada a ocupação. Na quarta vez, viu com surpresa que a antífona estava escrita com letras de ouro, e foi-lhe revelado que Deus lhe concedera aquela graça para que soubesse quanto a Nossa Senhora agradava a obediência ao marido.

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Virtudes e Tradições de uma Família Saudável

Virtudes e Tradições de uma Família Saudável



Por Mons. Henri Delassus
Traduzido por Andrea Patrícia


 Um pai exorta seu filho à virtude


Esse contrarrevolucionário autor do século XIX denunciou repetidamente as premissas da globalização e o início de um governo mundial. Ele insistiu que era o espírito da família no lar, na sociedade e no Estado, que poderia fornecer a maior resistência à conspiração anticristã.

Neste trecho de seu trabalho sobre a família, Mons. Delassus explica a importância das tradições da família em preservar os bons costumes da Civilização Católica. (TIA)
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

As Sete Portas do Inferno - Quarta Porta: A Embriaguez

Quarta Porta do Inferno: A Embriaguez


 

“Não erreis: os bêbados não herdarão o reino de Deus”, diz S. Paulo. 
A embriaguez é um dos vícios mais vergonhosos e funestos. O seu efeito imediato é privar o homem do uso da razão e até de seus membros
Este pecado ultraja a Deus porque mancha e apaga no homem a imagem de Deus. Pela sua alma o homem é a imagem de Deus. Como Deus, a alma conhece, ama e quer. Vede agora o escravo da bebida. Onde está a imagem de Deus? 
O embriagado é incapaz de formar uma ideia. Semelhante ao animal, não é capaz de exprimir seu pensamento. Onde estão seus sentimentos? Só tem instinto de bruto. Onde está sua liberdade? Faz o que não quer e não faz o que quer. Chega a ponto de não poder ficar de pé, de não poder dirigir seus passos, de cair. 
Um dia, um bêbado caiu numa sarjeta. Chega um cão, olha, fareja-o festejando-o com a cauda. O cachorro parecia satisfeito por encontrar um colega. Mas depois o cachorro foi-se embora, e o bêbado ficou deitado na lama, porque não podia arredar-se do lugar. Deus fez o homem grande, diz a Escritura, mas, pelo vício, o homem nivelou-se ao bruto.

O alcoólico é inimigo de sua alma, porque calca aos pés todos os mandamentos da lei de Deus. Amai a Deus sobre todas as coisas, diz o primeiro mandamento. 
O escravo da embriaguez é do número daqueles que S. Paulo estigmatiza, quando diz: “Seu ventre é seu Deus”. O bêbado blasfema frequentemente, roga pragas, jura falso, profana o dia do Senhor, é mau filho, mau pai, mau esposo, briga, fere, às vezes mata. Como é raro dois embriagados separarem-se sem trocar uns murros e se estragar a cara.

Quanto ao sexto mandamento, são obscenidades de toda espécie, pensamentos, desejos, palavras, olhares, ações, brutalidades que os próprios irracionais ignoram. No vinho está a luxúria, diz o Espírito Santo.

O alcoólico é inimigo de seu corpo. O álcool é um veneno, acaba sempre por estragar e matar. Exerce um efeito funesto sobre o estômago, o coração, os rins. Os médicos contam até vinte doenças quase todas mortais, causadas pelo álcool. De 120.000 pessoas que morrem cada dia, 20.000 morrem diretamente pelos excessos alcoólicos.

O alcoólico é inimigo de sua família. Uma boa moça regozijava-se na doce esperança de em breve achar-se ao lado de um moço, o preferido do seu coração, para levar com ele uma vida cheia de alegria e de felicidade. Por ele deixou pai e mãe, a ele dá sua mocidade, seu coração, suas forças, seu trabalho, sua vida. E o moço lhe promete torná-la feliz, promete-o, jura-o, até, ao pé do altar. E, agora, escravo da embriaguez chega em casa bêbado, envergonha sua esposa, a contrista, a descompõe, a maltrata, e, às vezes, deixa-lhe faltar o estrito necessário. Que ingratidão, que traição!

Este pecado levanta contra ele um brado de maldição, arrancado de um coração esmagado. O eco desta maldição subirá até ao trono de Deus, para bradar vingança contra o violador do amor conjugal.

Mau esposo, talvez pai pior ainda. Filhos idiotas, raquíticos, epiléticos; eis, geralmente, a descendência do alcoólico. E estas pobres criaturas geralmente nascem predispostas ao vício. O fruto não cai longe da árvore, diziam os antigos. Que educação dará aliás tal pai a seus filhos? Que ouvem os filhos? Palavras obscenas, conversas ímpias. Que veem? brigas, escândalos. Pai miserável, que responderás no dia do juízo, quando Deus te perguntar qual o exemplo que deste a teus filhos?

Renunciai ao vício, cristãos, e gozareis as satisfações da virtude e da abundância, os encantos da vida de família, tão puros e tão santos. Que alegria ver-se objeto da afeição de uma esposa, ter filhos sadios e bem educados!

Fugi, pois, do maldito vício da embriaguez. Rezai, frequentai os sacramentos, afastai-vos da ocasião, principalmente, lembrai-vos da palavra de S. Paulo: “Os bebedores não entrarão no céu”.


Excerto do Livro "O Pequeno Missionário", do Pe. Guilherme Vaessen. Livro de 1953. Grifos nossos. 


CONTINUA...  

Introdução
1ª Porta: A Impureza
2ª Porta: O Furto
3ª Porta: A Profanação do Dia do Senhor
4ª Porta: A Embriaguez
5ª Porta: A Má Educação dos Filhos
6ª Porta: O Protestantismo
7ª Porta: O Espiritismo

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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Missão da mãe

Santificar sua família



Não contente em servir sua família, a mãe deve dedicar-se à santificação dos seus. É o pedaço de terra que o pai de família confiou a seus incessantes cuidados, a fim de que o cultive na paciência, e o faça frutificar ao cêntuplo, pelo zelo puro e generoso duma caridade ardente. 

A missão divina da mãe de família é uma missão de fé, de virtude, de oração e de sofrimento.
  
1 - Missão de fé - A ela cabe, em primeiro lugar, falar a seus filhos de Deus, da Bondade de Jesus Cristo; desenvolver o germe da Fé neles depositados pela Graça do Batismo, zelar-lhes a inocência, e formá-los bem cedo na piedade cristã e no amor a Jesus Eucaristia. À mãe cabe conservar e alimentar a Fé da família, afastando rigorosamente tudo o que for apto a escandalizar algum de seus membros. A fé é o mais precioso tesouro do cristão, e é por meio de santas leituras, de piedosos entretenimentos, que ela fará frutificar estas virtudes nos seus.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Hábitos religiosos obrigatórios da Família Católica

A casa de família - deve ser benzida e nela entronizado o quadro do Sagrado Coração de Jesus. Está escrito que ricas bênçãos Deus derramará sobre a casa e seus habitantes, sempre que isso se der. Pelos quartos, à cabeceira das camas, haverá um quadro de santo, um Crucificado. Aqui te dou o conselho de procurares antes poucos, mas belos quadros ou imagens, do que muitos e feios.

No horário da casa - haverá tempo marcado para as orações da manhã e da noite. Que belo costume esse de se unir a família perante o oratório da família e aí rezar pelos presentes e ausentes!

Nos dias da semana - o domingo tem lugar de honra. É dia sagrado, dedicado primeiro à oração e à Missa e somente depois aos divertimentos inocentes. É também dia respeitado, até nos trajes festivos da família. O mesmo se dá com os dias de festa religiosa. No aniversário dos batizados, das primeiras comunhões, a família faz questão de agradecer a Deus as graças que esses dias trouxeram.

As devoções da família - Se o pai já trouxe algumas de seu tempo de moço, ou se na tua mocidade praticava algumas, continua com elas na casa. Sobretudo a devoção a Nossa Senhora não pode faltar, em caso algum. Pois é garantia de salvação eterna e fonte de muita bênção material. Mas, não o esqueças nunca, a primeira devoção cristã é a Santa Eucaristia. Amor a nosso Senhor Sacramentado - pela assistência à Santa Missa - deve ser precioso patrimônio de todo lar cristão.

Fidelidade á fé - A cristã a recebeu dos pais e deve deixá-la aos filhos. Do contrário, os privaria da herança mais preciosa na vida. Tudo farás, leitora, para conservá-la em ti e nos teus. Para isso é preciso praticar a oração... fugir dos livros maus e procurar os bons. Sobretudo é necessário viver de acordo com aquilo que se crê. Combaterás energicamente as superstições que tanto prejudicam a fé e ofendem a Deus. Se algum dos teus se afastar da fé, não descanses nas tuas orações e sacrifícios para convertê-lo. Cedo ou tarde o conseguirás...

Trecho do livro: As três chamas do lar - Pe. Geraldo Pires de Sousa

visto em: http://catolicosribeirao.blogspot.com.br/2011/02/nao-pode-faltar-em-tua-casa-habitos.html


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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Um dever dos pais: a confissão dos filhos

O IV Concílio de Latrão, em 1215, produziu o célebre decreto: "Todos os fiéis devem confessar seus pecados ao menos uma vez por ano, desde que tenham uso da razão".

O cristão deve se confessar desde que tenha uso da razão. Porém, um pai não pode dizer a seu filho: "Veja, quando tiveres uso da razão, terás que confessar-te". É, então, aos pais de família que corresponde uma obrigação específica: a de fazer com que seus filhos se confessem apenas quando contarem idade para fazê-lo.


Que é "idade da razão"?

Pode-se dar a seguinte definição prática: idade da razão é a época da vida na qual começamos a distinguir o bem do mal. Porém, esse discernimento não chega subitamente, ao contrário, é como uma pessoa sonolenta que custa a sair da cama: abre um olho, fecha-o, emite umas palavras, volta a dormir, e por fim se levanta.

Assim acontece no despertar da razão do pequenino: através de uma multidão de pequenas observações, os pais poderão concluir que a razão finalmente foi adquirida.

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