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sexta-feira, 12 de maio de 2017

O PAI DE FAMÍLIA MEDIEVAL: GUARDIÃO, PROTETOR, MESTRE, CHEFE, IMAGEM DE DEUS E CUSTÓDIO DA TRADIÇÃO






“A solidariedade familiar, exprimindo-se se necessário pelo recurso às armas, resolvia então o difícil problema da segurança pessoal e a do domínio. 

Em certas províncias, particularmente no norte da França, a habitação traduz esse sentimento da solidariedade. 

O principal compartimento da casa é a sala, que congrega diante da sua vasta lareira a família. Nela se juntam para comer, para festejar os casamentos e os aniversários e para velar os mortos. 

Corresponde ao hall dos costumes anglo-saxões, pois a Inglaterra teve na Idade Média costumes semelhantes aos nossos, aos quais permaneceu fiel em muitos pontos.

A esta comunidade de bens e de afeição é necessário um administrador, e naturalmente o pai de família desempenha este papel. 

domingo, 11 de agosto de 2013

DIA DOS PAIS: O filho que eu quero ter

 

O FILHO QUE EU QUERO TER



É comum a gente sonhar, eu sei,

quando vem o entardecer

Pois eu também dei de sonhar

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Um dever dos pais: a confissão dos filhos

O IV Concílio de Latrão, em 1215, produziu o célebre decreto: "Todos os fiéis devem confessar seus pecados ao menos uma vez por ano, desde que tenham uso da razão".

O cristão deve se confessar desde que tenha uso da razão. Porém, um pai não pode dizer a seu filho: "Veja, quando tiveres uso da razão, terás que confessar-te". É, então, aos pais de família que corresponde uma obrigação específica: a de fazer com que seus filhos se confessem apenas quando contarem idade para fazê-lo.


Que é "idade da razão"?

Pode-se dar a seguinte definição prática: idade da razão é a época da vida na qual começamos a distinguir o bem do mal. Porém, esse discernimento não chega subitamente, ao contrário, é como uma pessoa sonolenta que custa a sair da cama: abre um olho, fecha-o, emite umas palavras, volta a dormir, e por fim se levanta.

Assim acontece no despertar da razão do pequenino: através de uma multidão de pequenas observações, os pais poderão concluir que a razão finalmente foi adquirida.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Oh mein Papà

 

Oh mein Papà



( Canta: Carla Boni )
( Autores:  P. Burkharb - G. C. Parson -  J.J.T. Phillips - Ardo - 1954 )
( Titulo original: Oh my Papa )


Quand'ero bambina, l'amico più caro
sei stato tu solo, Papá.
Tornavi piccino per farmi giocare
e imitavamo i negri e gli indù:
Ta ta pum, ta ta pum, ta ta pum.

Fra tanto clamore
sembrava il Far West,
e il tam-tam dei tamburi laggiù:
Ah la hop, ah la hop, ah la hop, ah la hop.

Se a volte guastavo i miei balocchi,
col tuo bel sorriso
baciandomi gli occhi,
si dileguavan tristezza e dolor.
Ah la hop, ah la hop, ah la hop, ah la hop.

Oh, era così bello!
Ti gridavo:
"Bravo Papà, bene,
ancora, ancora,
ancora...."

Oh mein Papá
sei l'uomo più adorabile,
oh mein Papá
sei l'uomo più sincer.

Oh mein Papà
sei tanto caro e amabile
e nel tuo cuor
c'è solo la bontá.

Degli occhi tuoi
gli sguardi m'accarezzano
perchè lo so,
per te son bimba ancora.

Oh mein Papà
mio vero amico unico,
oh mein Papà
tu tutto sei per me.

Oh mein Papà
potessi far miracoli
vorrei tornar
bambina insieme a te.

Oh mein papà!
Oh mein papà!



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