Assine para receber os posts em sua caixa de e-mails

INFORME SEU E-MAIL AQUI:

Delivered by FeedBurner

Mostrando postagens com marcador Escola da Perfeição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escola da Perfeição. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Fuga das tentações



Procura repelir de teu coração todos os pensamentos desonestos logo que os perceberes. 

Não entres em questão alguma com o demônio, mas arma-te imediatamente com a oração. 

A experiência ensina que aquele que recorre a Deus nas tentações não cai, ao passo que consente no pecado quem então deixa de rezar. 

Por isso, logo que fores atacado por uma tentação impura, invoca os santos nomes, de Jesus e Maria; esses nomes tem o poder de afugentar o inimigo e apagar o fogo da impureza. 

Se a tentação perdura, não te perturbes por isso. Entrega-te então com toda a humildade à vontade de Deus, que permite esta provação, e dize: Senhor, por meus muitos pecados mereço ser molestado por tentações tão horrorosas; a vós, compete, porém, auxiliar-me. 

Renova o propósito de antes morrer que ofender a Deus; persigna-te repetidas vezes com o sinal da santa cruz e toma a água benta; recebe os santos sacramentos, ajoelha-te aos pés de teu crucifixo ou de uma imagem de SS. Virgem e pede e suplica até que venha o auxílio.

 Habitua-te a rezar, de manhã, ao levantares, três Ave-Marias em honra da pureza imaculada da SS. Virgem e faze o mesmo de noite, ao te acomodares. 


Excerto do livro "Escola da Perfeição Cristã"
Santo Afonso de Ligório 



 
Visite nossos blogs associados:
+
Informe seu e-mail para receber as publicações de VIRTUDES FEMININAS: Delivered by FeedBurner.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Mortificação do corpo, caminho seguro para o Céu.


Ilustração São Pedro Ancântara, óleo sobre tela, século XVII, Igreja de São João de Deus - Bogotá (Colômbia)




"Se queremos, portanto, agradar a Deus e alcançar a salvação, devemos corrigir nosso falso gosto: devemos achar satisfação naquilo que a carne detesta e desprezar aquilo que ela apetece. Isso significou Nosso Senhor Nosso Senhor a São Francisco de Assis, dizendo-lhe: 'Se me desejas ter junto de ti, deves ter como amargo o que é doce e como doce o que é amargo'. 

Não venhas com a objeção que alguns costumam fazer, dizendo que a perfeição não consiste na mortificação do corpo, mas na mortificação da vontade. A isso responde o padre Pinamonti: 'Se uma videira não dá fruto [simplesmente] por estar protegida com uma cerca de espinhos, contudo a cerca protege os frutos', pois 'onde não há uma cerca, será roubada a feitoria', diz o Sábio (Ecli 36, 27).


São Luís Gonzaga era de saúde muito melindrosa. Apesar disso, era tão assíduo em crucificar o corpo, que não buscava outra coisa senão mortificação e penitências; e como lhe dissessem uma vez que a santidade não consiste nessas coisas, mas na abnegação de sua vontade própria, respondeu mui sabiamente com as palavras do Evangelho: 'Deveis fazer isso e não deixar aquilo' (Mt 23, 23). Com isso queria dizer que, ainda que seja necessário mortificar sua vontade, não se deve deixar de mortificar o corpo, para refreá-lo e submetê-lo à razão. 

Dizia o Apóstolo: 'Castigo o meu corpo e o reduzo à servidão' (I Cor 9, 27). Sem a mortificação da carne, é difícil submetê-la à Lei de Deus."



“As Excelências da Mortificação”
Santo Afonso Maria de Ligório


Excerto do livro Escola da Perfeição Cristã


 
Visite nossos blogs associados:
+
Informe seu e-mail para receber as publicações de VIRTUDES FEMININAS: Delivered by FeedBurner.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Necessidade da mortificação externa do nosso corpo.


Cena da mortificaçãp do corpo  de Santa Rosa de Lima em uma pedra de Huamanga do Convento de Ocopa (Junín, Peru). 




"A mortificação externa consiste em se fazer e sofrer o que contraria os sentidos exteriores e em se privar daquilo que os lisonjeia. 

Enquanto ela é necessária para evitar o pecado, é de obrigação absoluta para cada cristão. 

Se se trata de coisas que licitamente se podem desfrutar, a mortificação não é obrigatória, mas é muito útil e meritória. 

Contudo, deve-se notar aqui que, para aqueles que tendem à perfeição, a mortificação nas coisas lícitas é absolutamente necessária.

(...)

Devemos tratar o nosso corpo como um cavaleiro trata um cavalo bravio, puxando-lhe fortemente a rédea para que não o derrube, ou como o médico que, estando a tratar de um doente, prescreve remédios que lhe são desagradáveis e proíbe-lhe comidas e bebidas nocivas, que ele apetece. Sem dúvida alguma, seria cruel um médico que permitisse ao doente deixar os remédios prescritos por serem amargos e tomar outros, nocivos, por lhe agradarem. Quanto maior não é, pois, a crueldade de um homem sensual, que quer poupar a seu corpo todos os desgostos nesta vida, e expor, assim, sua alma e seu corpo, ao perigo de ter que sofrer por toda a eternidade penas imensamente maiores."


“As Excelências da Mortificação”
Santo Afonso Maria de Ligório

Excerto do livro Escola da Perfeição Cristã




 
Visite nossos blogs associados:
+
Informe seu e-mail para receber as publicações de VIRTUDES FEMININAS: Delivered by FeedBurner.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

DA MODÉSTIA DOS OLHOS - PARTE FINAL








DA MODÉSTIA DOS OLHOS 

PARTE FINAL



Suposto mesmo que a liberdade que se concede aos olhos não produzisse outros males, impediria sempre o recolhimento da alma durante a oração; pois tudo o que vimos e nos impressionou, apresenta-se aos olhos de nossa alma e nos causa uma imensidade de distrações. Quem já tem recolhimento de espírito durante a oração, tome muito cuidado para não se ver privado dessa graça dando liberdade a seus olhos.

Está fora de dúvida que um cristão que vive sem recolhimento de espírito não pode praticar as virtudes cristãs da humildade, da paciência, da mortificação, como deveria. Guardemo-nos, por isso, de olhares curiosos, e só olhemos para objetos que elevam para Deus o nosso espírito. 


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

DA MODÉSTIA DOS OLHOS



 




DA MODÉSTIA DOS OLHOS 

 

"Quase todas as paixões que se revoltam contra nosso espírito têm sua origem na liberdade desenfreada dos olhos, pois os olhares livres são os que despertam em nós, de ordinário, as inclinações desregradas. "Fiz um contrato com meus olhos de não cogitar sequer em uma virgem", diz Jó (Job 31, 1). Mas, por que diz ele de não pensar sequer em uma virgem?

Não parece que deveria dizer: Fiz um contrato com meus olhos de não olhar sequer? Não, ele tem toda a razão de falar assim, porque o pensamento está intimamente ligado ao olhar, não se podendo separar um do outro, e, para não ter maus pensamentos, propôs-se esse santo homem nunca olhar para uma virgem.

Santo Agostinho diz: "Do olhar nasce o pensamento, e do pensamento a concupiscência". Se Eva não tivesse olhado para o fruto proibido, não teria pecado; ela, porém, achou gosto em contemplá-lo, parecendo-lhe bom e belo; apanhou-o então, e fez-se culpada da desobediência. Aqui vemos como o demônio nos tenta primeiramente a olhar, depois a desejar e, finalmente, a consentir.

CALENDÁRIO 2019

CALENDÁRIO 2019
COMPRE AQUI!