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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Verdadeira educação dos filhos




É comum ouvir-se pessoas que lamentam o fato de verem seus filhos corromperem e descambarem para uma vida ruim. Na sua lamentação eles dizem que deram estudo aos seus filhos, colocaram-nos em clubes esportivos, fizeram que eles aprendessem instrumentos musicais, propiciaram-lhes o estudo de línguas, de judô, de balé, mas no fim, tiveram com esses filhos enormes desilusões. 

Um viu seu filho tornar-se um devasso, outro viu sua filha amasiar-se, este viu as drogas degradarem seus filhos, aquele presenciou a morte de um deles na maior decadência moral. 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

SIMPLICIDADE








 




"(...) Em primeiro lugar, é impossível agradar a Deus sem a simplicidade, ao menos em certo grau; pois, se os homens vêm as aparências, "o Senhor olha o coração", isto é, a intenção que nos faz agir.

Se sois escravas da opinião alheia, dos preconceitos, do respeito humano, se vos deixais influenciar por uma palavra, um olhar, um sorriso, se agis para o mundo, não podereis agradar a Deus, já não sois cristã.


"Se eu quisesse agradar aos homens, dizia São Paulo, não seria servo de Cristo"
.



sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

ESSÊNCIA DA PERFEIÇÃO

 

 

I. A PERFEIÇÃO CONSISTE NO AMOR DE DEUS


"(...) Toda a santidade, toda a perfeição de nossa alma consiste em amar a Jesus Cristo nosso Deus, nosso Sumo Bem e Salvador.
"Aquele que me ama será amado por meu Pai... pois o Pai mesmo vos ama, porque vós me amastes", diz Jesus Cristo (Jo 14, 21; 16, 27).

Como nota S. Francisco de Sales, uns fazem consistir a perfeição em obras de mortificação, outros na oração, estes na recepção frequente dos Santos Sacramentos, aqueles no dar esmolas; todos esses, porém, se enganam: toda a nossa perfeição consiste no AMAR A DEUS DE TODO O NOSSO CORAÇÃO.


Essa é a razão por que o Apóstolo recomenda de modo especial a CARIDADE e a denomina vínculo da perfeição: "Acima de tudo, porém, tende caridade que é o vínculo da perfeição" (Col 3, 14); pois a caridade abrange e sustem todas as outras virtudes que aperfeiçoam o homem. 


É esse igualmente o motivo da sentença de S. Agostinho: "Ama a Deus e faze o que te aprouver" (In epist. ad Parth. c. 7), pois, desde que uma alma ama a Deus, levada por esse amor, EVITARÁ TUDO O QUE DESAGRADA E FARÁ TUDO O QUE SATISFAZ A ESSE AMÁVEL SALVADOR."



segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

DEUS REGE O MUNDO











DEUS REGE O MUNDO




(...) Por decreto de Deus, Suas obras existem desde o início... Deu a Suas obras uma potência que jamais afrouxa... não cansam, e Sua atividade jamais esmorece. "Nenhum porá ao outro obstáculo por toda a eternidade"

Quem tudo rege é o Criador, melhor conhecedor do mecanismo do mundo do que qualquer homúnculo que se mete a "sabichão" para reger e criticar o que não entende. Cristo afirma categoricamente - "Até os cabelos de vossa cabeça todos estão contados!"
Vê-se que Deus não negligencia as coisas, que a nós escapariam por nos parecerem de importância quase nula. 


(...)Não há nada para Deus, absolutamente nada, que se subtraia à Sua amorosa Providência, pois diz a Escritura: "Fez ele o pequeno e o grande e cuida do mesmo modo de todos".

 
Excerto do livro "Não temas" - Frei Atanásio Bierbaum.


 
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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Oração, atenção à Fé e a Palavra.

A vivência da fé na primeira parte da oração supõe não apenas uma firmeza e uma constância cada vez maior, mas também o silêncio paralelo dos demais pensamentos, do imaginário e das paixões que tendem a movê-los. Este silêncio paralelo não deve ser um privilégio do tempo de oração, mas, no sentido descrito adiante, deve estender-se a todos os momentos da vida. Tanto dentro como fora da oração, este silêncio interior está relacionado com o sacerdócio, o sacrifício e a hóstia de que falam as sentenças das cartas de Santo Antão. De fato, neste sacerdócio de que fala Santo Antão, sacrificam-se aqueles pensamentos que, dispersando a mente, impedem outros maiores e até o próprio exercício da fé.

Este silêncio pressupõe o constante evitar de tudo o que transtorna a alma da oração e da atenção à fé e à Palavra. Neste sentido,devemos entender que há dois gêneros de coisas que podem nos causar transtorno, dos quais só um é prejudicial. São prejudiciais aquelas atividades que distraem nossa atenção estimulam as paixões e com isto causam o descontrole do imaginário.

Não são prejudiciais mas, ao contrário, são benéficas, aquelas atividades que implicam num serviço fundamentado na caridade que não é feito pelo governo das paixões mas motivado por uma necessidade objetiva. Tratam-se, portanto, de atividades governadas pela razão e não pelas paixões. Este segundo tipo de atividade é frequentemente chamado pelos homens de transtorno, mas neste caso elas se constituem num transtorno apenas para o nosso egoísmo ou, quando muito, somente do ponto de vista de um cronograma externo de atividades, e não de um descontrole passional.


 Fonte: http://virgembendita.blogspot.com.br/2013/06/oracao-atencao-fe-e-palavra.html.

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