"Os católicos, em todas as épocas foram sujeitos aos pecados de todos os matizes, mas nunca pecaram, como hoje, de um modo tão humilhantemente burro.
Tudo isto porque abriram portas e janelas quando deviam fechá-las: isto é, quando era evidente que o melhor serviço que a Igreja podia prestar a um mundo enlouquecido era a defesa de sua virgindade. Apregoaram admiração e até agradecimentos, SINCEROS AGRADECIMENTOS, quando deviam clamar sem cessar que o homem é homem, e Deus é Deus.
Todas as baixezas e tolices foram praticadas em nome de ecumenismos, diálogos e outros apelidos da prostituição.
Levaram a fúria de AGRADAR AO MUNDO até a infinita soberba de DESPREZAR A DEUS.
Até quando Deus manteria o sombrio mistério de sua permissão?
E nós? Que devemos fazer para opor, àquela onda de AGRADO DO MUNDO, uma onda de AGRADO DE DEUS ,que Ele espera de nós para suspender a terrível permissão".
Gustavo Corção
("Cosmolatria"-- editorial de Abril/Maio de 74 da Revista Permanência)
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